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- Cultivation of Energy Crops in Constructed Wetlands for Wastewater Treatment: An OverviewPublication . Pinho, Henrique J. O.; Mateus, D. M. R.The need for sustainable, clean, and secure energy sources is a current issue for all nations. All kinds of vegetal biomass can be used as energy-source or as raw material for biofuel production, but some species are commonly classified as energy crops. This work evaluates the energy potential of 35 species of energy crops when produced in constructed wetlands (CW). Producing energy crops in CW is a route to link wastewater treatment to energy production, avoiding the abstraction of freshwater for crop irrigation, and simultaneously avoiding the use of arable land. However, for most of the energy crops, there are no data available in the literature about biomass productivity in CWs. Although 20 of the 35 crops have been tested as CW vegetation, the biomass productivity in CWs was only found for 13 species. Reported biomass productivity in CW is similar to or even higher than the productivity reported for conventional production, but most reported data is for pilot-scale CW, which points to the need for future work in full-scale systems. From the combination of biomass productivity and the biomass calorific value, Arundo donax, Miscanthus x giganteus, Cynodon dactylon, Phragmites australis, and Typha latifolia show higher ranges up to 3064 MJ/ha year for Arundo donax. Future works on CW design can be focused on the potential of using energy crops as vegetation.
- SimuStorm: a perspetiva do utilizador no processo de designPublication . Dias, Marta; Ferreira, antónioO presente relatório de projeto de mestrado intitulado “SimuStorm: a perspetiva do utilizador no processo de design”, desenvolvido no âmbito do programa de mestrado em Design de Comunicação, Escola Superior de Artes e Design (ESAD, Matosinhos), com a orientação do Professor Doutor Tomé Quadros e do Professor Rafael Gonçalves, parte numa primeira instância da observação do trabalho desenvolvido por William Nicholson Jennings no final do século XIX, no qual o fotógrafo, insatisfeito com a imprecisão da representação do relâmpago, desenvolve um sistema de categorização visual de raios. Na atualidade, é estabelecida uma análise diacrónica com o estudo desenvolvido em 2016 pela Universidade Eötvös Loránd que menciona a ligação entre a proliferação da internet e o acesso a fotografias com o desenvolvimento de representações de relâmpagos mais detalhados e iguais ao real. Estas questões, aliadas ao desenvolvimento da tecnologia com websites, web apps e aplicações móveis, utilizadores cada vez mais exigentes e informados, levaram ao desenvolvimento da aplicação web “SimuStorm”, com software pelo estudante da Universidade do Minho Nuno Reis, uma plataforma de simulação de relâmpagos que permite ao utilizador personalizar o raio segundo parâmetros definidos pelo mesmo, como o tipo e comprimento dos segmentos, controlo da direcção, cor e efeitos. Deste modo, a área de estudo deste projeto de investigação começa por ser o desenvolvimento da interface da aplicação web “SimuStorm”, segundo os princípios de UI/UX design, com a análise da evolução das tendências do web design e de referências contemporâneas de websites e de outros simuladores, passando pela a construção de personas, user flow, wireframes, moodboard e protótipos. O desenvolvimento deste último, deu origem à criação de 6 diferentes protótipos que foram testados por utilizadores e redefinidos ao longo do trabalho de investigação, conduzindo à redefinição da questão central de investigação. Ou seja, observar na prática de que forma o processo de design é influenciado pelo utilizador, e qual a relevância do seu papel. Para além do trabalho de anotação, observação e realização de testes consecutivos (agile prototyping), e com o intuito de aprofundar esta questão, o presente projeto de mestrado desenhou e implementou inquéritos de entrevista a dois designers com carreiras relevantes na área do web design. Em síntese, foi possível observar o impacto do utilizador ao longo do processo de design. Assim, constata-se que a aplicação, sendo lançada ao público, continua sujeita a alterações que resultam do feedback dos utilizadores. O contacto próximo e consistente com o utilizador permite que qualquer interface a desenvolver, em qualquer ecrã ou plataforma, consiga atingir o objetivo principal do UI/UX design, isto é, uma experiência e interação bem sucedida do utilizador com a interface, a partir da qual este consegue atingir os seus objetivos e as suas expetativas encontram-se correspondidas.
