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- Segurança humanaPublication . Seminário 'Segurança Humana : A Dimensão Securitária e o Apoio ao Desenvolvimento', Lisboa, Fevereiro 2023; Nunes, Isabel Ferreira; Seabra, Pedro; Barroso, Leonor; Kowalski, Mateus; Campos, Carlos Osvaldo Rodrigues; Rocha, Cláudia Martins; Neves, Luís; Nascimento, Daniela; Cardoso, Fernando Jorge; Ferreira, Susana de Sousa; Batista, Cátia
- Concurso de Música de Câmara, Prémio Fundação Inatel 2022/2023 - Jovens Solistas da MetropolitanaPublication . Castro, Beatriz; Martins, Leonardo; Lencart, José Kercadio; Martins, João; Ribeiro, Carolina; Valentim, Sara; Oliveira, Sara Pitzalis; Borges, João; Reis, Gonçalo Almeida; Tomás, Salomé; Rocha, Sara; Branco, Ivan; Rosado, Bárbara; Santos, Hélio; Carneiro, Maria; Dias, David Freitas; Massacote, Ana; Sebastião, Cíntia; Estêvão, CamilleBrochura de sala da pré-eliminatória do Concurso de Música de Câmara, Prémio Fundação Inatel 2022/2023 integrado no ciclo de Jovens Solistas da Metropolitana e realizado a 23 de fevereiro de 2023 no MUSEU NACIONAL DA MÚSICA em Lisboa, no âmbito da Temporada 2022/2023 da Metropolitana. O programa do concerto foi preenchido com as obras de Arnold, Haydn, Rachmaninov, Khachaturian, Beach e Hindemith. Desenvolvendo uma ponte pedagógica inédita entre a prática e o ensino musical, a ANSO é a única escola do país que forma maestros, instrumentistas de orquestra e pianistas vocacionados para música de câmara. Ao longo dos seus quase 30 anos, mudou o panorama cultural em Portugal, sendo muitos os seus alunos a entrar nas mais exigentes instituições de ensino e formações internacionais. Mais premiada escola nacional desta área, as novas gerações de intérpretes e diretores musicais que lança são reconhecidas pela qualidade. A música de câmara é uma das vertentes fundamentais da Academia Nacional Superior de Orquestra, que todos os anos apresenta o ciclo Jovens Solistas da Metropolitana.
- Jovens Solistas da MetropolitanaPublication . Ribeiro, José; Nogueira, Inês; Wakabayashi, Paul; Coelho, Inês; Manso, André; Matos, André; Duarte, Guilherme Elawar; Gonçalves, MiguelBrochura de sala do concerto realizado pelos Jovens Solistas da Metropolitana a 23 de Fevereiro de 2023 no ÂMBITO CULTURAL, PISO 6 do EL CORTE INGLÉS em Lisboa no âmbito da Temporada 2022/2023 da Metropolitana. O programa do concerto foi preenchido com obras de Schubert, Beethoven, Crespo e Telemann. Desenvolvendo uma ponte pedagógica inédita entre a prática e o ensino musical, a ANSO é a única escola do país que forma maestros, instrumentistas de orquestra e pianistas vocacionados para música de câmara. Ao longo dos seus quase 30 anos, mudou o panorama cultural em Portugal, sendo muitos os seus alunos a entrar nas mais exigentes instituições de ensino e formações internacionais. Mais premiada escola nacional desta área, as novas gerações de intérpretes e diretores musicais que lança são reconhecidas pela qualidade. A música de câmara é uma das vertentes fundamentais da Academia Nacional Superior de Orquestra, que todos os anos apresenta o ciclo Jovens Solistas da Metropolitana.
- Jovens Solistas da MetropolitanaPublication . Lobo, Catarina; Nascimento, Lia; Almeida, Ana Rita; Plugaru, Vladimira; Reis, Guilherme; Correia, Beatriz; Salazar, AfonsoBrochura de sala do concerto realizado pelos Jovens Solistas da Metropolitana a 23 de Fevereiro de 2023 na CASA FERNANDO PESSOA em Lisboa no âmbito da Temporada 2022/2023 da Metropolitana. O programa do concerto foi preenchido com obras de Brahms, Fuchs, Bériot e Prokofiev. Desenvolvendo uma ponte pedagógica inédita entre a prática e o ensino musical, a ANSO é a única escola do país que forma maestros, instrumentistas de orquestra e pianistas vocacionados para música de câmara. Ao longo dos seus quase 30 anos, mudou o panorama cultural em Portugal, sendo muitos os seus alunos a entrar nas mais exigentes instituições de ensino e formações internacionais. Mais premiada escola nacional desta área, as novas gerações de intérpretes e diretores musicais que lança são reconhecidas pela qualidade. A música de câmara é uma das vertentes fundamentais da Academia Nacional Superior de Orquestra, que todos os anos apresenta o ciclo Jovens Solistas da Metropolitana.
- Uso do Carvão Ativado na Dessensibilização do Explosivo Improvisado TATP para o Treino de Cães de Deteção de ExplosivosPublication . Pinto, Bruno Filipe Bertão
- Riscos associados às operações de dragagem em dragas de sucção de arrasto que influenciam a produçãoPublication . Coutinho, António de Magalhães e Bastos de Abreu; Frade, João Carlos GomesA produção do ciclo de dragagem em dragas de sucção de arrasto (Trailing Suction Hopper Dredgers [TSHDs]) não depende apenas da qualidade dos navios e seus equipamentos, mas também da consciência situacional e das capacidades dos operadores/manobradores para evitarem acontecimentos que causam paragens. De forma a melhorar a consciência situacional dos operacionais, é vital que estes conheçam os riscos associados às operações. Deste modo, através de investigação científica, a presente pesquisa tem como objetivo identificar os riscos associados às operações de dragagem em dragas de sucção de arrasto que mais afetam a produção. O estudo desenvolveu-se através da conclusão sequencial das seguintes etapas: enquadramento teórico; análise documental; análise de dados recolhidos por entrevista; análise de dados coletados por questionário. Esta dissertação permitiu identificar os riscos que ocorrem com maior frequência, os riscos de maior impacto na produção, bem como avaliar os riscos mais frequentes e mais impactantes na produção, identificar a fase do ciclo de dragagem mais crítica para a produção e a ação ou o momento mais críticos para os operadores/navegadores, no ciclo de dragagem. Concluiu-se que, por um lado, a fase de dragagem/carregamento é a mais crítica para a produção e, por outro lado, a ação de arrasto do tubo de dragagem (escavação e sucção do material) é a mais crítica para os operadores/navegadores, no ciclo de dragagem, o que influencia a produção. De forma a reduzir ou mitigar os riscos associados a esta ação, sugere se que nunca se deixe o navio ganhar seguimento a ré, não permitir grandes ângulos entre o navio e o tubo de dragagem, devendo ajustar-se a velocidade de dragagem ao tipo de fundo existente no local e evitar as rochas. Além disso, assim que a cabeça passe por cima de rochas, deve parar-se o navio, ao mesmo tempo que se levanta a cabeça, requerer levantamentos hidrográficos mais frequentes e, quando não for possível cumprir estas medidas, deve abortar se a operação. Este estudo deixa em aberto, para desenvolvimento futuro, a investigação aprofundada das causas dos acontecimentos que provocam atrasos e, consequentemente, quedas de produção, de modo a que venham a ser elaboradas medidas de controlo de riscos mais eficientes, a serem implementadas pelas empresas e disponibilizadas aos operacionais
- Impacto das medidas de segurança sanitária do COVID-19 na gestão da intervenção em terapia da falaPublication . Gomes, Petra; Grilo, MargaridaIntrodução: Com o aparecimento do COVID-19, como pandemia global, diferentes medidas de segurança sanitária foram implementadas de forma a controlar e proteger a sua constante propagação. Tais medidas, trouxeram vantagens e desvantagens para os profissionais de saúde e os terapeutas da fala não foram exceção. Objetivo: Determinar o impacto das medidas de segurança sanitária do COVID-19 na gestão comunicativa de sessões de intervenção em Terapia da Fala com pessoas em idade pediátrica. Métodos: estudo do tipo observacional e descritivo, sendo os participantes terapeutas da fala que intervêm com população em idade pediátrica. Os materiais utilizados foram as fichas de caraterização dos participantes e elementos colaboradores e protocolo de análise do registo audiovisual. A recolha de dados foi realizada em duas sessões de intervenção de terapia da fala, por participante, uma sessão com uso de máscara e a outra com uso de viseira. Resultados: De acordo com os resultados das 14 sessões analisadas os comportamentos mais frequentes com o uso de máscara são «Baixa ou ajusta o EPI para uma melhor comunicação?», «Efetua repetições para a mesma instrução?» e «Demonstra fadiga respiratória ao longo da sessão?», com valores percentuais de 80, 65,7 60 respetivamente. Os comportamentos mais frequentes com o uso de viseira são «Efetua repetições para a mesma instrução?» e «Recorre a gestos como recurso para uma comunicação mais eficaz?», ambos com 42,9%. Observou-se que o parâmetro «Demonstra fadiga respiratória ao longo da sessão?» tem uma frequência de 60% com o uso de máscara e 0% de fadiga respiratória de forma frequente com o uso da viseira. Conclusão: Nas sessões de intervenção em TF com uso de máscara, o comportamento mais frequente dos Tfs é o «Demonstra fadiga respiratória ao longo da sessão?». Nas sessões com uso de viseira não se identifica nenhum comportamento com valor percentual superior a 75. Sugere-se que em estudos futuros em que para além de uma amostra maior se utilizem amostra de maior dimensão e se registe e monitorize a produção vocal dos Tfs com diferentes tipos de EPIs.
