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- Existe Brand Love no Electronic Word of Mouth (eWOM)? O caso dos fans de futebolPublication . Franco, Inês Sofia Medeiros; Santos, José Marques dosEm 1986 Sternberg publica um estudo seminal sobre o amor, onde encontra três componentes: a intimidade, a paixão e a decisão/compromisso. Vinte anos mais tarde, primeiro com Ahuvia enquanto explora desenvolvimentos do conceito de extended self de Belk, depois com Carroll e Ahuvia, chega-se a que é possível experienciar sentimentos como amor por marcas, criando ligações íntimas, apaixonadas e comprometidas com as mesmas. O Brand Love representa o grau de apego emocional que o consumidor satisfeito tem pela marca. Não é tão simples como gostar de uma marca, é considerado um resultado de um relacionamento de longo prazo entre o consumidor e a marca. A relação entre a confiança na marca e o brand love é estabelecida há medida que um consumidor acredita que pode confiar nela. Caso a marca não consiga esse envolvimento com o consumidor pode surgir o oposto – Brand Hate. Vários sentimentos negativos podem levar à criação de conteúdo negativo, tanto online como offline. O WOM é o processo de troca de informações sobre um produto ou serviço. O eWOM compreende uma comunicação maioritariamente escrita, enquanto o WOM offline é maioritariamente falado. Este estudo compreende perceber o impacto do Brand Love no eWOM, levantando a questão, existe Brand love no digital? O método de investigação é baseado no Thematic Analysis, onde foram identificados, analisados e descritos temas dentro dos dados das entrevistas semiestruturadas de forma a provar duas teorias. Os resultado obtidos demonstram a existência de manifestações do Brand Love no eWOM, pois os inquiridos demonstram as diversas componentes do amor ao longo do seu discurso.
- Plano de Comunicação Integrada de Marketing para uma Start-Up de brinquedos ecológicosPublication . Silva, Inês Sofia Neves da; Redondo, EduardoNum mundo em crescente evolução tecnológica, a preocupação ambiental tem vindo a tornar-se num fator com um forte peso nas escolhas de compra dos consumidores. A utilização do plástico como principal matéria-prima na indústria dos brinquedos trouxe consigo o surgimento de novos movimentos contra a utilização deste material, e uma procura por opções alternativas não só mais ecológicas, como também com um maior papel educativo para as crianças. É neste âmbito que surgiu a Paper Toy Factory, formal-mente fundada em 2020, uma start-up que consiste no design e comercialização de brinquedos para crianças e cuja produção de-pende apenas do cartão reciclado como matéria-prima, apresen-tando-se no mercado dos brinquedos para crianças como uma al-ternativa mais ecológica. Ainda sem um planeamento de comuni-cação definido, é neste contexto que o presente projeto tem como principal objetivo a elaboração de um plano de comunicação para uma start-up de brinquedos ecológicos com vista a atingir 50.000€ em vendas no primeiro ano de atividade da empresa. Para a sua realização, a metodologia de investigação adotada é de aborda-gem qualitativa, sendo que o tipo de investigação é o estudo de caso, com recurso à recolha e análise documental, assim como à observação participante. Através da investigação, foi possível apurar que uma start-up carece de estratégias adaptadas à sua realidade e que, por isso, um plano de comunicação tradicional não cobriria todas as necessidades da marca. Assim, foi adotado um plano de comunicação integrada de marketing, interligado com o processo de decisão de compra de brinquedos ecológicos, que inerentemente pressupõe a existência de diferentes interve-nientes. Construiu-se um novo modelo de um plano de comunica-ção integrada de marketing, que fornece uma estrutura mais com-pleta e adaptada ao contexto da Paper Toy Factory, enquanto per-mite que a empresa construa uma imagem de marca forte e atinja o alcance e visibilidade necessários para cumprir o objetivo de vendas definido.
