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- Vertentes e desafios da segurança 2018Publication . Corticeiro Neves, Miguel; Camarada, Mónica; Leal, Ângela; Silva, Marco; Morgado, Humberto; Joaquim, Álvaro; Castelão, Alda; Mogado, Rita; Ramos, Ismael; Reis, Pedro; Ferreira, Núria; Venda, Tiago; Louro, Hilário; Calado, Yuri; Marques, Isa; Constantino, Manuela; Pinto, José; Pinto, Fabiana; Bolonha, Tiago; Queirós, Edgar; Duque, Margarida; Oliveira, Carolina; Marques, Paulo; Antunes, Cláudia; Santos, Sandra; Fernandes, Mariana; Marcelino, Telma; Gameiro, Ana; Alexandre, Samuel; Neves, Ismael; Coracini, AndiolinaConjunto de artigos sobre determinadas temáticas relacionadas com a Segurança e Saúde no Trabalho.
- Desafios para a Construção de uma Escola Inclusiva no 1º Ciclo do Ensino Básico:Publication . Silva, Cláudia; Ferreira, MarcoO nosso estudo de investigação aborda a questão dos desafios para a construção de uma escola inclusiva no 1.º ciclo. Este estudo foi realizado com professores do 1.º ciclo de quatro escolas da região de Lisboa e tem como objetivo aprofundar nosso conhecimento sobre as perceções que os professores de 1.º ciclo tem perante a inclusão de crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) em sala de aula. Pretende conhecer os desafios dos professores face a inclusão de crianças com NEE em sala de aula e conhecer as estratégias e os instrumentos de avaliação que utilizam para facilitar a inclusão. Pretende ainda conhecer as vantagens e desvantagens da implementação de práticas inclusivas em crianças com NEE em sala de aula. Este estudo de investigação é de natureza qualitativa, descritiva e interpretativa, baseada num paradigma construtivista. O método de recolha de dados utilizado foi a entrevista semiestruturada. A recolha de dados decorreu entre os meses de Maio e de Junho de 2017. A análise dos dados obtidos através das entrevistas realizadas aos professores de 1.º ciclo, foi realizada através do processo de análise de conteúdo, mais precisamente a análise de temática de Braun e Clarke (2006), por considerarmos ser a mais indicada, tendo em conta os objetivos e o instrumento de recolha de dados deste estudo de investigação. Os resultados obtidos destacam que ainda existem alguns desafios quanto a inclusão de crianças com NEE em sala de aula regulares. Estando a elevada carga horária associada às turmas com um número elevado de alunos e a falta de apoio especializado. As principais vantagens apresentadas para a inclusão de crianças com NEE são a socialização e o crescimento pessoal e humano de todas as crianças, já as desvantagens são as turmas grandes e a falta de recursos materiais e humanos.
- INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLARPublication . Gonçalves, Cláudia; Ferreira, MarcoA escola inclusiva é um espaço onde todas as crianças aprendem juntas, com as mesmas oportunidades e é essencial existir condições para tal. Este estudo incidiu nas perspetivas dos educadores de infância sobre a inclusão de crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) em salas do pré-escolar. Os educadores, apoios especializados, pares e toda a comunidade estão envolvidos neste processo de aprendizagem. Deste modo, a investigação realizada assenta numa abordagem qualitativa com os seguintes objetivos de investigação: compreender as representações sobre a inclusão na perspetiva dos educadores de infância; compreender as metodologias de ensino e as estratégias utilizadas pelos educadores para facilitar o processo de inclusão; realçar a importância dos apoios educativos especializados e da formação especializada como promotores de uma escola inclusiva. Para tal, foram realizadas entrevistas a nove Educadoras de Infância, com experiência em trabalhar com crianças com NEE diariamente na sua prática educativa. Todas as entrevistadas têm, pelo menos, cinco anos de serviço. Os resultados obtidos sugerem que as docentes consideram importante a colocação de crianças com NEE em salas do pré-escolar, desde que haja condições que respondam às suas necessidades. Relativamente aos fatores com impacto na inclusão destas crianças, a maioria destaca que devido ao número elevado de crianças numa sala é difícil e complicado dar mais atenção e prioridade a crianças com NEE. A falta de recursos humanos (apoios especializados) também dificulta o tempo para trabalhar individualmente com estas crianças. Materiais adequados e falta de formação contínua também são alguns dos fatores que as participantes referiram nas entrevistas. No que concerne às estratégias utilizadas nas suas práticas diárias, as docentes afirmaram que o melhor é simplificar as atividades e trabalhar com as crianças individualmente ou em pequenos grupos, estabelecer laços de amizade, transmitir reforços positivos durante as atividades e no recreio.
