Percorrer por autor "Vaz, Pedro Leitão Landeiro"
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- Promover a aprendizagem e interação de alunos cegos em espaços colaborativosPublication . Vaz, Pedro Leitão Landeiro; Peres, MarinaPromover a interação e colaboração entre alunos, especialmente se forem cegos em espaços colaborativos de ensino é uma forma de melhorar e improvisar a aprendizagem dos mesmos. A interação é um factor central da constituição do fenómeno humano, o contacto e relacionamento com os elementos da mesma natureza são necessidades intrínsecas ao homem, que dessa forma busca conhecimento. As salas de aula mantêm-se iguais há muito tempo e estão dispostas exactamente da mesma forma e mesmo que tenham alguns computadores ou projectores poucas vezes são utilizados. Será esta a melhor disposição para cativar os alunos? Esta dissertação investiga como espaços colaborativos com tecnologia avançada podem significar uma maneira de motivar os alunos, de melhorar a interação de alunos cegos utilizando a tecnologia em apoio à aprendizagem colaborativa. Alunos com deficiência visual enfrentam muitas vezes dificuldades no sistema escolar e em espaços colaborativos de ensino por não existirem recursos suficientes que os apoiem na interação. Estes espaços devem estar preparados para estes alunos deficientes visuais fornecendo uma base social para o aprendizado, incluindo interações entre pares. As interfaces disponíveis neste tipo de espaços devem ser centradas no utilizador e devem promover a interação entre os alunos. Pretende-se então que alunos cegos aprendam a relacionar-se e a interagir com as interfaces existentes no espaço e uns com os outros, onde a troca de ideias e opiniões aumenta o desenvolvimento individual e colectivo de todos. A procura de soluções e respostas para problemas com recurso à aprendizagem colaborativa, gera trocas de ideias e conceitos e promove o desenvolvimento cognitivo entre todos os envolvidos. O desafio é contextualizar a historia das interfaces e perceber como ao longo dos anos promovem ou limitam a colaboração de alunos com deficiência visual. Designers que desenvolvem estas interfaces devem faze-lo sempre a pensar em todos os utilizadores, principalmente se apresentam alguma barreira física ou intelectual.
