Percorrer por autor "Trindade, Ana Sofia Tavares Abrantes"
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- Estratégias para aderir facetasPublication . Trindade, Ana Sofia Tavares Abrantes; Maurício, PauloAtualmente, a componente estética é preponderante na Medicina Dentária, levando a que as facetas cerâmicas sejam consideradas tratamentos de excelência para a restauração da superfície anterior e parte das superfícies proximais dos dentes anteriores que requerem tratamento estético. As cerâmicas são escolhas fiáveis para reabilitações de alto requisito estético, uma vez que possuem elevado biomimetismo e estabilidade de cor, biocompatibilidade, longevidade, previsibilidade a longo prazo e uma resistência compatível com o tecido dentário. No entanto, o sucesso clínico e a longevidade das restaurações indiretas dependem da correta aplicação da técnica de adesão, uma vez que existem mais interfaces adesivas em comparação com as restaurações diretas. A resistência a longo prazo da estrutura obtida é fortemente influenciada pelo tipo de cimento utilizado e pela técnica de cimentação. A cimentação desempenha um papel essencial ao garantir a retenção, durabilidade e integridade marginal das facetas cerâmicas em reabilitações estéticas. A cimentação pode ser categorizada como adesiva ou não adesiva. A cimentação adesiva envolve o uso de um agente que promove a ligação entre o material de restauração e o substrato, enquanto a cimentação não adesiva utiliza um agente de cimentação para preencher o espaço entre a restauração e o dente natural. No entanto, a escolha entre cimentação adesiva ou não adesiva depende de vários fatores, incluindo a resistência estrutural, a composição da cerâmica, a retenção do preparo disponível e o controle durante o processo de cimentação. Nesta revisão, abordaremos de forma abrangente a reabilitação estética com facetas cerâmicas, explorando o processo de cimentação adesiva e diferentes estratégias para a adesão das facetas como opção de tratamento reabilitador.
