Percorrer por autor "Teixeira, Susana Loureiro"
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- O Papel do Prestador De Cuidados na Prevenção de Úlceras por Pressão: Protocolo de EnsinosPublication . Teixeira, Susana Loureiro; Campino, Sara Raquel VitóriaIntrodução: A DGS preconiza que a avaliação do risco de úlcera por pressão deve ser realizada em todos os Serviços de Internamento independentemente do diagnóstico e necessidades de cuidados (DGS, 2011). Segundo Gonçalves (2011), 55,5% dos cuidadores informais não sabem prevenir úlceras por pressão, evidenciado pelo contacto diário com a família em contexto de internamento de Medicina Interna onde os ensinos são realizados informalmente e sem registo em SClínico®. Surge a necessidade de implementar protocolos de atuação estruturada para ensinos ao prestador de cuidados acerca da prevenção de úlceras por pressão, para promover a continuidade de cuidados no domicílio e a educação dos familiares para melhorar indicadores de cuidados (DGS, 2011). Metodologia: Projeto de melhoria contínua para implementação num serviço de Medicina Interna de um protocolo de ensinos ao prestador de cuidados baseados na avaliação do risco de úlcera por pressão com recurso à Escala de Braden. Resultados: O levantamento dos dados num departamento de Medicina Interna demonstra uma baixa incidência de registos de enfermagem em SClínico® respeitante aos diagnósticos Potencial para melhorar o conhecimento/ capacidade do prestador de cuidados sobre prevenção de úlcera de pressão. Perante isto, criou-se um protocolo sob a forma de diagrama baseado na avaliação da interação social e do risco de úlcera por pressão pela Escala de Braden, dirigindo os ensinos de acordo com a probabilidade do risco. O protocolo a implementar permite a melhoria dos indicadores da qualidade dos cuidados e a uniformização de práticas, avaliadas por auditorias.
- Perceção da Inteligência emocional do enfermeiros especialista na área médico-cirúrgicaPublication . Teixeira, Susana LoureiroEnquadramento: A inteligência emocional dos enfermeiros pode facilitar na resolução de problemas, tendo impacto significativo nos resultados das intervenções realizadas aos doentes alvo dos seus cuidados. Objetivos: Identificar a perceção do enfermeiro especialista na área médico-cirúrgica sobre a inteligência emocional. Metodologia: Estudo descritivo e transversal, de natureza quantitativa. A recolha de dados foi realizada através do preenchimento de um questionário digital via Google Forms, que se divide em duas secções: a primeira - caraterização sociodemográfica e profissional; a segunda – versão portuguesa da escala de inteligência emocional de Schutte. A consistência interna do instrumento neste estudo, medida através do alfa de Cronbach (unidimensional), foi de 0.878. A colheita de dados decorreu entre 27 de janeiro e 16 de março de 2023. A amostragem é não probabilística por conveniência, envolvendo os enfermeiros especialistas na área médico-cirúrgica, inscritos na ordem dos enfermeiros, independentemente do contexto de prática clínica no qual exercem. A análise de dados foi realizada de acordo com a natureza das variáveis e com recurso ao Statistical Package for the Social Sciences, versão 24. A lista de verificação utilizada foi a Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology. Resultados: A amostra final foi constituída por 168 enfermeiros especialistas na área médico-cirúrgica. O valor médio da inteligência emocional destes enfermeiros é de 105.28, com um desvio padrão de 10.56. O valor máximo obtido foi de 131 pontos (muito próximo do máximo teórico de 135) e o valor mínimo obtido foi de 69 pontos. As variáveis habilitação académica p = 0.002 e género p = 0.035 apresentam uma associação estatisticamente significativa com a inteligência emocional global, considerando um nível de confiança de 95%. Conclusão: O estudo permitiu identificar a perceção sobre a inteligência emocional dos enfermeiros especialistas na área médico-cirúrgica, verificando-se valores médios elevados. Todavia, é fundamental investir em estratégias de aquisição de competências de inteligência emocional por parte dos especialistas que apresentem valores médios baixos, de forma a promover ganhos para os doentes, instituições e profissionais envolvidos.
