Percorrer por autor "Ramos, Ana Margarida da Luz"
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- Estudo do efeito da adição de diferentes iões metálicos divalentes no esmalte humano sãoPublication . Ramos, Ana Margarida da Luz; Ascenso, Carla; Manso, Ana Cristina; Carmo, Joana doObjetivo: Medir e comparar os valores de microdureza de superfície de esmalte após a incorporação de diferentes metais divalentes em lesões de cárie dentária, artificialmente induzidas. Materiais e métodos: Prepararam-se 18 molares humanos intactos e livres de cáries, originando 70 fragmentos. Estes foram divididos em 7 grupos de 10 fragmentos cada (A-G). O grupo A não sofreu qualquer intervenção. Os restantes grupos (B-G) sofreram um processo de desmineralização por imersão numa solução tampão de ácido láctico a pH 5,5. Posteriormente, foi medida a dureza do grupo B, que sofreu apenas desmineralização e os grupos C a G foram colocados em soluções de saliva artificial contendo diferentes metais divalentes. O grupo C foi tratado com uma solução de saliva artificial sem cálcio, o grupo D com uma solução de saliva artificial com cálcio, o grupo E com uma solução de saliva artificial com estrôncio, o grupo F com uma solução de saliva artificial com magnésio e o grupo G com uma solução de saliva artificial com zinco. Submeteram-se todas as amostras à análise quantitativa de avaliação dos valores de microdureza de superfície de esmalte, através da técnica de Vickers. Os resultados foram tratados estatisticamente através de ANOVA a um fator com um grau de confiança de 95%, que determinou a existência de diferenças entre as médias. De seguida, aplicou-se um teste de comparação múltipla (teste de Bonferroni) que aferiu que todos os grupos diferiam significativamente. Resultados: Obtiveram-se os valores médios de microdureza de Vickers (A - 468,560 ± 3,7592 HV; B - 258,680 ± 4,6982 HV; C - 376,86 ± 6,3112 HV; D - 398,540 ± 8,1644 HV; E - 362,540 ± 6,4684 HV; F - 440,480 ± 7,5820 HV; G - 310,440 ± 6,4338 HV). Conclusões: Os grupos com lesões de cárie artificialmente induzidas e posteriormente, sujeitos a tratamento por incorporação dos metais divalentes em estudo (cálcio, estrôncio, magnésio e zinco) revelaram aumentos significativos dos valores de microdureza da superfície de esmalte em relação ao grupo sofreu apenas desmineralização, indicando remineralização. O grupo que apresentou maior capacidade de remineralização foi o magnésio, seguido do cálcio, estrôncio e zinco.
