Percorrer por autor "Pestana, Sandra Maria da Cruz"
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- O percurso construtivo do enfermeiro gestor: uma teoria fundamentada nos dadosPublication . Pestana, Sandra Maria da Cruz; Martins, MM; Rodrigues, Cecília MariaObjetivo compreender como os enfermeiros vivenciam o planejamento da sucessão na gestão. Métodos estudo qualitativo assente na teoria fundamentada nos dados como referencial teórico e metodológico, com uma amostra de 20 enfermeiros. A coleta dos dados foi efetuada por entrevista e análise de conteúdo, e do processo de codificação emergiu o modelo conceitual. Resultados verificou-se que o planejamento da sucessão é um processo implementado informalmente no diagnóstico dos enfermeiros gestores, mas persistem algumas lacunas na sistematização do processo. Os concursos, o perfil de liderança e a experiência assumem destaque no diagnóstico, e a experiência casual em gestão é relevante na preparação dos enfermeiros gestores. Apesar da sua necessidade, subsistem entraves como a resistência dos gestores, a rotatividade dos conselhos de administração hospitalares e a pandemia da COVID-19. Conclusão os enfermeiros destacam muitos benefícios com o planejamento da sucessão, mas identificam obstáculos à sua implementação, o que contribui para a relutância na participação ativa dos enfermeiros gestores. Contribuições para a prática o modelo conceitual teórico pode contribuir para a mudança e a estruturação sistemática do percurso construtivo dos enfermeiros gestores e permite identificar as condições promotoras e limitantes no diagnóstico, formação e desenvolvimento destes profissionais.
- Planeamento da sucessão na gestão de enfermagem: uma teoria fundamentada nos dadosPublication . Pestana, Sandra Maria da Cruz; Martins, Maria ManuelaO processo sistemático de identificação, seleção e preparação de profissionais para assumirem cargos de gestão é definido como planeamento da sucessão e tem despertado grande interesse internacional. Em contraste, subsistem lacunas na seleção e preparação dos gestores de enfermagem em Portugal. Como tal, este trabalho tem como objetivos compreender como os enfermeiros vivenciam o planeamento da sucessão na gestão de enfermagem; descrever as visões sobre o planeamento da sucessão dos futuros gestores nas diferentes categorias profissionais de enfermagem e identificar as razões para o planeamento da sucessão na área da gestão de enfermagem. Trata-se de um estudo assente no paradigma qualitativo, que inclui como referencial teórico e metodológico a Teoria fundamentada nos dados. O foco desta investigação reside nas perceções e vivências dos enfermeiros sobre os processos de identificação, seleção e preparação dos gestores de enfermagem, e tem como pergunta de partida: “Como as diferentes categorias profissionais de enfermagem vivenciam a problemática do planeamento da sucessão na gestão de enfermagem?” A população alvo foi constituída pelos enfermeiros, segundo um critério de amostragem não probabilística e por escolha racional. A colheita de dados foi feita por entrevista, tendo sido atingido o ponto de saturação teórica ao final de 20 entrevistas num único centro hospitalar. Da análise de dados emergiu o modelo conceptual “Percurso construtivo do enfermeiro gestor”, que representa esquematicamente esse percurso e o conjunto de conceitos inter-relacionados. A visão e a forma como os enfermeiros portugueses vivenciam o planeamento da sucessão possibilitou a sistematização das condições promotoras e limitantes do percurso construtivo dos enfermeiros gestores, bem como a identificação das razões e benefícios para a implementação desta prática. De destacar a formação em gestão, enquanto conceito fulcral em todo o percurso construtivo dos enfermeiros gestores (identificação, seleção e preparação). De uma forma geral, existe uma atitude afirmativa sobre a importância do planeamento da sucessão, mas ainda subsistem entraves, como a falta de pessoal, recursos e o desconhecimento dos participantes sobre o processo de planeamento da sucessão. De destacar ainda a resistência dos gestores, relacionada com algumas barreiras como as nomeações, a pandemia e as mudanças do Conselho de administração que condicionam a continuidade do planeamento da sucessão. De salientar que os gestores, enquanto principais interessados no percurso construtivo e desenvolvimento profissional, devem ter um papel mais ativo junto das organizações, uma vez que um dos contributos
