Percorrer por autor "Pereira, Nuno"
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- Aprendizagem com base em processos de cocriação: o exemplo do DEMOLA® no Instituto Politécnico de SetúbalPublication . Silva, Maria Alcina Velho Dourado da; Ruivo, Maria Alice Gois; Ramos, Bernardo; PICOITO, CÉLIA; Serralha, F. N.; Angelino, F J A; Caria, Helena; Vinagre, João; Pires, José; Pereira, NunoAssistimos, atualmente a inúmeras parcerias e projetos de âmbito nacional e internacional na área da formação ativa, com recurso à utilização de ferramentas digitais e assentes em processos de cocriação entre diferentes parceiros, com o objetivo de se obterem processos/percursos mais criativos e adequados, que respondam de forma eficaz aos desafios científicos que vivemos e se avizinham. Neste artigo procede-se à apresentação, de forma sumária, da participação de um grupo de docentes do Instituto Politécnico de Setúbal no Projeto DEMOLA®. Apresentamos os objetivos, a constituição das equipas e a metodologia de trabalho estabelecida. Descrevemos as principais fases que constituem o desenvolvimento do projeto no âmbito do IPS e os resultados que obtivemos da análise de todas componentes (formação estudantes, docentes, desafios com as empresas/ organizações e perceções de toda a equipa). Salientam-se o desenvolvimento de competências instrumentais (Canva, Miro, PESTLE, Portefólio); competências científicas/pedagógicas (Trabalho em Equipa, Abordagem Multiprofissional, Processos de Cocriação, Design Thinking, Pesquisa, Facilitação, Pensamento Disruptivo e Coconstrução, entre outros); e situações de “win-win”, ou melhor “learn-learn” entre facilitadores e estudantes, inovação, intergerações, sustentabilidade e liberdade de pensamento.
- Os Calibres das Armas Ligeiras de Infantaria – Potencialidades e adequabilidade dos calibres 7,62NATO e 5,56NATO às missões contemporâneas.Publication . Pereira, NunoO uso correcto de material, equipamento e armamento adequados são um factor fulcral para o sucesso da missão. Só assim, poderá ser tirado o máximo rendimento do material e dos combatentes atingindo os objectivos da missão com a maior eficiência. Com este trabalho, pretendeu-se analisar as potencialidades e adequabilidade dos calibres 5,56 mm NATO e 7,62 mm NATO com vista a concluir qual deles se coaduna melhor com as missões contemporâneas que o Exército Português desempenha. Numa altura em que, segundo a imprensa nacional, Portugal se encontra numa fase de aquisição de novo armamento individual com o calibre NATO mais reduzido, presenciamos a tendência internacional para recorrer novamente ao 7,62 mm NATO. As presentes ameaças nos TO’s existentes voltaram a exigir novamente a utilização de um calibre com poder suficiente para as eliminar sob qualquer circunstância. Assim surge a dúvida: Qual dos calibres terá uma maior adequabilidade às missões militares Portuguesas? Para responder a esta pergunta, recorreu-se a uma metodologia baseada no “Manual de Investigação em Ciências Sociais” de Raymond Quivy. Seguindo o esquema de investigação proposto por Quivy, fez-se um levantamento dos dados relativos às munições em questão e às missões desempenhadas pelo nosso Exercito. Como não foi possível fazer um levantamento de todas as missões, restringiu-se o universo apenas às missões no Teatro do Afeganistão, visto estas serem as mais exigentes. Para completar o estudo entrevistaram-se personalidades de referência nas respectivas áreas. Posteriormente, elaborou-se um cruzamento dos resultados obtidos de forma a chegar a conclusões sobre a melhor linha de acção para o Exército Português no que diz respeito ao armamento e respectivos calibres. Assim, após o estudo efectuado concluiu-se que um dos factores mais importantes nas missões por nós desempenhadas é o número de munições disponíveis criando assim a capacidade de efectuar um grande volume de fogos sobre um determinado alvo. No entanto, nunca se deve descorar o efeito derrubante e incapacitador que uma força deve ter sempre ao seu dispor. A forma de se conseguir isto é através de um equipamento variado para que a mesma força possua essas duas competências. Apesar de este método criar algumas dificuldades logísticas é, sem qualquer dúvida, o mais indicado para um Exército Português a curto e médio prazo. Assim, este trabalho propõe o uso de espingardas automáticas e metralhadoras ligeiras com o calibre 5,56 mm. No entanto propõe também a criação de uma equipa de metralhadoras medias de calibre 7,62 mm recuperando assim o poder deste mesmo calibre.
- Co-creation design thinking process: learning with Demola approachPublication . PICOITO, CÉLIA; Caria, Helena; Angelino, F J A; Velho Dourado Da Silva, Maria Alcina; Pereira, Nuno; Serralha, F. N.; Ruivo, Maria Alice Gois; Vinagre, João; Pires, José
- Criação da loja 2handshop do Instituto Politécnico de Setúbal: contributo para Campi mais sustentáveis e solidáriosPublication . Serralha, F. N.; Velho Dourado Da Silva, Maria Alcina; Ruivo, Maria Alice Gois; PICOITO, CÉLIA; Caria, Helena; Pereira, Nuno
- Experiência vivida dos sobreviventes de cancro do cólon e reto após tratamento com intenção curativa :Publication . Pereira, Nuno; Botelho, Maria Antónia RebeloO cancro do cólon e reto (CCR) é atualmente a principal causa de morte por cancro em Portugal, sendo também um dos cancros com maior incidência e prevalência a nível europeu e mundial. Com o desenvolvimento de novos meios de diagnóstico precoce e tratamentos mais eficazes, o cancro passou a ser considerada uma doença crónica. Face a tais conquistas, o número de sobreviventes de CCR tem vindo gradualmente a aumentar e será exponencial no futuro. Por tal, tornando-se importante conhecer aprofundadamente a experiência vivida dos sobreviventes de CCR após término do tratamento com intenção curativa, para identificar novas áreas de atuação de modo a desenvolver novas intervenções de enfermagem, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos sobreviventes de CCR e para a continuidade de cuidados durante o período de seguimento após o tratamento. Objetivo: Com a realização desta revisão sistemática da literatura pretendeu-se sintetizar o conhecimento atual existente sobre a experiência vivida da pessoa sobrevivente de CCR após tratamento com intenção curativa. Metodologia: A pesquisa foi orientada pela pergunta: “Qual a estrutura da experiência vivida do sobrevivente de CCR após o tratamento com intenção curativa?” e foi realizada em bases de dados eletrónicas durante a primeira quinzena do mês de junho de 2012, tendo sido selecionados sete estudos primários, que foram incluídos nesta revisão sistemática após avaliação da sua qualidade metodológica e critérios de inclusão e exclusão previamente definidos. Dado às características dos estudos primários obtidos optou-se por realizar um metassumário de acordo com o método de Sandelowski & Barroso (2007). A formulação da questão central, a extração, edição, tradução, agrupamento e abstração dos achados seguiu a orientação metodológica do Joanna Briggs Institute. Resultados: Foram obtidos 49 achados agrupados em 14 categorias principais. Em síntese a experiência vivida dos sobreviventes de CCR após o tratamento com intenção curativa revela uma dimensão nuclear, a incerteza, ao redor da qual tudo se desenrola. Conclusões: Esta revisão sistemática permitiu responder à pergunta inicial, mas apenas durante o primeiro ano após o tratamento, ficando uma lacuna a ser investigada futuramente, a experiencia vivida a longo prazo. No entanto, pode-se inferir que neste primeiro ano a recuperação da pessoa após tratamento por CCR, desenrola-se por um processo faseado, que pode ser sintetizado em três etapas, desincorporação, reincorporação e gestão do corpo. O objetivo principal do sobrevivente de CCR é o bem-estar e o equilíbrio, no entanto uma característica que persiste é a incerteza, devido ao medo de recidiva e à insegurança sobre si próprio, seu corpo e sobre o futuro, permanecendo, por vezes, num estado de alerta constante, de forma a identificar qualquer sinal indicativo de tal recidiva.
- A PROFISSIONALIZAÇÃO DO SOCORRO, UMA PROBLEMÁTICA LOCAL, UMA SOLUÇÃO INTERMUNICIPAL.Publication . Pereira, Nuno; Bismarck, JoséA proteção civil é uma atividade que tem caráter permanente, multidisciplinar e plurissectorial. É desenvolvida pelo Estado, Autarquias, entidades publicas e privadas e pelos cidadãos, tem como objetivo prevenir riscos, atenuar os seus efeitos e proteger as pessoas e os bens em perigo. As operações proteção e socorro são uma atividade desenvolvida pelos organismos, serviços e entidades, de nível nacional, distrital e municipal devidamente organizados no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro. A primeira intervenção numa operação de socorro assenta sobretudo nos Corpos de Bombeiros, dado que são o Agente de Proteção Civil mais representativo e com melhor distribuição geográfica pelo território, não obstante de haver recurso a outras entidades, como o INEM, a CVP, a GNR, a PSP, entre outros.
