Percorrer por autor "Monteiro, Bruno Miguel dos Santos"
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- Biografia de Henrique Lopes de MendonçaPublication . Monteiro, Bruno Miguel dos Santos; Canas, António José Duarte Costa; Cartaxo, RibeiroHenrique Lopes de Mendonça nasceu a 12 de fevereiro de 1856 e faleceu a 24 de agosto de 1931, foi oficial da Marinha, militar, escritor, dramaturgo, poeta, arqueólogo e patriota que dignificou a Armada e honrou o País. Realizou diversas comissões e projetos ao serviço da Marinha, mas também contribuiu, em larga escala, para o desenvolvimento cultural e científico a nível nacional com a produção de inúmeras obras ao longo da sua vida. A presente dissertação visa estudar e analisar os acontecimentos e polémicas presentes nas comemorações do IV Centenário do Descobrimento do Caminho Marítimo para a Índia no qual o biografado participou e teve um grande envolvimento. Nesta dissertação procedeu-se à inclusão e estudo da sua obra, por forma a dar a conhecer os contributos valiosíssimos que Lopes de Mendonça deu para a Marinha e para o País. Começando pela sua carreira como oficial de Marinha e acabando com a sua carreira como homem de Letras, separação esta que na prática se torna de extrema dificuldade sendo que estas duas carreiras muitas vezes se sobrepuseram. Devido à abrangência e grandeza da sua obra, a presente dissertação foi dividida em vários capítulos, na qual consta uma listagem das obras e trabalhos publicados, realizados e apresentados por forma a dar a conhecer a dimensão da sua obra e contributo para as futuras gerações.
- Desbridamento: um coadjuvante na cicatrização (Trabalho nº 36)Publication . Martins, Ana Alexandra Fernandes; Monteiro, Bruno Miguel dos SantosUm dos fatores que atrasa o processo de cicatrização é a presença de tecido não viável no leito da ferida. O desbridamento de tecidos desvitalizados e regularização das margens das lesões vai resultar numa melhor preparação do leito da ferida, promovendo bons resultados de cicatrização. Ele proporciona os benefícios da remoção de tecido necrótico, bactérias e células senescentes, bem como acarreta o estímulo da atividade de fatores de crescimento. O tecido não viável, não só inibe o desenvolvimento de novos tecidos saudáveis, como aumenta o risco de infeção. A necrose e a fibrina, tecidos não viáveis, criam a receita perfeita para o crescimento bacteriano e surgimento de infeção. Já a granulação e epitelização, tecidos viáveis, indicam evolução na cicatrização da ferida. Lesões que apresentam tecido desvitalizado e/ou biofilme requerem um ou mais métodos de desbridamento para promover a cicatrização. O desbridamento cortante é um método mais agressivo, enquanto o autolítico é menos agressivo. O método enzimático auxilia feridas estagnadas na fase inflamatória.
