Percorrer por autor "Mesquita, Maria Figueiredo"
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- Conexão interna ou externa em implantologia oral : quando e porquê?Publication . Mesquita, Maria Figueiredo; Abecasis, Pedro VeigaAtualmente, a implantologia é a área da Medicina Dentária mais utilizada na reabilitação de espaços edêntulos, oferecendo inúmeras vantagens estéticas e funcionais quando comparada à reabilitação com recurso a outro tipo de próteses. Os implantes dentários podem ser divididos em várias partes, sendo uma delas denominada de conexão protética. É a região onde se conecta a supraestrutura, tendo sido alvo de discussão devido à sua importância no processo de reabilitação. Com vista a criar melhores condições no que concerne à substituição das peças dentárias perdidas, os diferentes sistemas têm vindo a introduzir diversas modificações na sua conexão ao longo dos tempos. Podemos caracterizar as conexões como externas ou internas consoante a sua posição geométrica em relação ao corpo do implante. Enquanto a conexão externa se apresenta em forma de hexágono ou octógono na plataforma do implante, a conexão interna pode ter diversas formas geométricas, como hexagonal, octogonal ou cónica. A escolha da conexão é uma decisão imperativa para um planeamento criterioso de um tratamento reabilitador, uma vez que afetará a previsibilidade do resultado clínico a longo prazo. O tipo de conexão escolhido pode influenciar a perda óssea marginal em torno dos implantes, a adesão bacteriana e os micromovimentos dos pilares protéticos. Assim, uma má escolha poderá comprometer a estética e a função da reabilitação realizada. Neste contexto, revela-se crucial que o Médico Dentista esteja devidamente informado relativamente às diferenças entre os dois tipos de conexão, para que a sua escolha seja a mais ajustada para cada tipo de reabilitação. A presente revisão narrativa tem como objetivo analisar qual o tipo de conexão mais indicado consoante a situação clínica, para que sejam devolvidos os fatores estéticos e funcionais. Serão fornecidas recomendações práticas sobre o tipo de conexão mais indicado, contribuindo para uma melhor decisão clínica, baseada na mais atual evidência científica.
