Percorrer por autor "Mendes, Joana Ferreira"
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- Impacto da autoeficácia na independência nas AVD's em utentes com AVC: um estudo observacional longitudinalPublication . Mendes, Joana Ferreira; Pereira, Carla Mendes; Vieira, AndréIntrodução: Em Portugal o Acidente Vascular Cerebral (AVC) constitui a principal causa de incapacidade em adultos, estando permanentemente associado a uma necessidade de internamento para reabilitação após a fase hospitalar, tais como, a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e os Centros de Medicina e Reabilitação, em que estes têm como objetivo principal o de alcançar a máxima autonomia funcional com vista à alta para o domicílio. Objetivo: O objetivo do presente estudo é investigar de que forma o nível de independência nas atividades da vida diária (AVDs) em indivíduos que sofreram um AVC e foram submetidos a um período de internamento para reabilitação se alterou entre o momento após a alta e três meses após o regresso ao domicílio. Consecutivamente, pretende-se analisar se o nível de autoeficácia poderá estar correlacionado com a evolução da independência funcional nas AVDs. Métodos: Trata-se de um estudo observacional longitudinal com intuito de comparar o nível de independência nas AVDs, avaliada através do Índice de Barthel e também avaliar o nível de autoeficácia através do Questionário de Autoeficácia após AVC, procurando perceber se o nível de autoeficácia poderá estar correlacionado com a evolução da independência funcional. O recrutamento foi realizado através de um processo de amostragem não probabilística por conveniência e a seleção da amostra realizada de acordo com os critérios de inclusão e exclusão definidos. Resultados: Podem ser observadas diferenças estatisticamente significativas nos níveis de independência funcional entre T0 e T1 (p <0,001). Contudo, não se verificou associação estatisticamente significativa entre autoeficácia e a variação funcional (p = -0,084; p = 0,271). Conclusão: Este estudo reforça a evolução positiva dos níveis de funcionalidade após a alta para o domicílio e sugere que a autoeficácia, embora sem correlação estatística, e não isoladamente, poderá influenciar indiretamente a recuperação funcional.
