Percorrer por autor "Martins, Henrique"
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- Abordagem e Registo da Anafilaxia em PortugalPublication . Mota, Inês; Pereira, Ana Margarida; Pereira, Celso; Tomaz, Elza; Ferreira, Manuel Branco; Sabino, Filipa; Coelho, Anabela; Santos, Anabela; Martins, Henrique; Morais-Almeida, MárioA anafilaxia apresenta uma incidência crescente, particularmente em idade pediátrica. Constituindo uma emergência médica, o sucesso terapêutico depende de uma intervenção precoce e adequada. A adrenalina por via intramuscular constitui o fármaco de eleição para o seu tratamento, devendo a dose ser ajustada ao peso e à idade. Resolvida a reação aguda, o doente deve ser mantido sob vigilância médica por um período de 6 a 24 horas, pelo risco de ocorrência de reações bifásicas. Deverá ser considerada a prescrição de um dispositivo de autoadministração de adrenalina em todos os doentes com diagnóstico ou suspeita de anafilaxia; adicionalmente estes doentes têm indicação formal para estudo em consulta de imunoalergologia, de modo a permitir uma adequada intervenção diagnóstica e terapêutica que reduzirá o risco futuro. Todos os episódios de anafilaxia devem ser registados no Catálogo Português de Alergias e outras Reações Adversas (CPARA), constituindo este um instrumento fundamental de partilha de informação clínica dentro do Sistema de Saúde. Este manuscrito pretende divulgar as orientações para o diagnóstico e tratamento da anafilaxia, tornando a sua abordagem clínica mais eficiente e consertada a nível nacional, e promover a adesão ao Catálogo Português de Alergias e outras Reações Adversas como um instrumento essencial de registo e partilha de informação dos episódios de anafilaxia ocorridos em Portugal.
- COVID-19 e Segurança Sanitária: o que muda?Publication . Opitz, Anja; Mateus, Céu; Sakellarides, Constantino; George, Francisco; Martins, Henrique; Gomes, Inês Lavado; Cardoso, Jorga Félix; Lapão, Luís Velez; Mexia, Ricardo; Nunes, RuiA pandemia COVID-19 veio colocar a Segurança Sanitária no centro da agenda política dos Estados e das Organizações Internacionais. As políticas de prevenção, deteção e resposta a este tipo de risco, têm sido objeto de debate e controvérsia. Neste IDN Brief convidámos diferentes especialistas a refletir sobre as implicações da pandemia em termos da segurança sanitária, da gestão e governação do sistema de saúde pública global, do seu nexo com a defesa nacional e da sua articulação com outras dimensões da segurança.
- Improving the mortality information system in PortugalPublication . Pinto, Cátia Sousa; Anderson, Robert N.; Marques, Cristiano; Maia, Cristiana; Martins, Henrique; Borralho, Maria do CarmoThe inability to invest in and develop mortality information systems has been considered the single most critical failure in health information systems. Health information systems are an integral part of health systems. This includes strengthening not only the information content but also the information systems themselves, health information platforms and infrastructure. In this article, particular focus has been placed on the regional and inter-sectoral approach to implementation adopted in Portugal. The article shows how legal and operational barriers have been overcome and focuses on the potential of the new system to improve the quality and timeliness of mortality statistics.
- The Rare Disease Person’s Card Implementation Strategy In PortugalPublication . Santos, Anabela; Sá, Paulo; Romão, Rui; D’Arrábida, Cristina; Coelho, Anabela; Diniz, J Alexandre; Martins, HenriqueThe Rare Disease Person’s Card (RDPC) aims to identify and display information regarding rare diseases. It was created through a collaborative work between two major Portuguese heath care stakeholders, namely the Portuguese Ministry of Health Shared Services (SPMS) and Directorate General of Health (DGS), following EU resolutions. The card aims to identify the patient and the rare disease, as well as to display a text explaining the special needs in emergency situations. The disease is coded through the ORPHA code system. RDPC was implemented through the Health Data Sharing Platform. There are three distinct circuit phases in RDPC: requisition, activation and release. Patients use the Patient Portal in order to activate the card. Until March 16 2015, there were 828 cards requested regarding 738 different rare diseases. About 51% of requests were still waiting activation by patients. 16% of activated cards were awaiting approval and printing by the coordinator physician. 33% were sent to patient’s address, thereby completing the RDPC circle. The card is increasing awareness and empowerment of rare disease’s patients, pushing forward the project and improving Health care.
- O uso das armas não letais nas novas tipologias de operações de resposta a crisesPublication . Martins, HenriqueO trabalho em questão com o título “O uso das armas não letais nas novas tipologias de operações de resposta à crise” associa-se ao 5º ano da licenciatura com mestrado integrado em ciências militares na arma de Infantaria. Numa altura em que o combate em áreas edificadas é cada vez mais usual na maioria das operações de resposta à crise, os cenários atuais são executados neste tipo de teatro, existindo a necessidade de manter a salvo a população e evitar a todo o custo os danos colaterais nos conflitos. É imperativo por parte das forças militares empenhadas que tenham armas ajustadas a estas necessidades. É neste âmbito que as armas de letalidade reduzida têm o seu propósito máximo. O presente trabalho tem como objetivo determinar qual a importância das armas de letalidade reduzida nas operações de resposta à crise para as forças nacionais destacadas sendo a questão central: “Qual a aplicabilidade das armas não letais/letalidade reduzida nas operações de apoio à paz para uma força nacional destacada?”. A estrutura apresentada comporta duas partes, sendo a primeira a revisão de literatura e a segunda, trabalho de campo, estando dentro destas dividido em introdução, revisão de literatura, metodologia e procedimentos, apresentação, análise e discussão de resultados e conclusões. O método de investigação foi o indutivo dedutivo, seguindo um raciocínio do geral para o particular, começando por definir as hipóteses e a partir da investigação alcançar conclusões particulares. Os dados recolhidos pretendem permitir uma análise da importância das armas de letalidade reduzida nas forças nacionais destacadas, averiguar as vantagens e desvantagens do uso deste armamento e o que pode ser melhorado no futuro. Podemos verificar no final que a aplicabilidade deste armamento no Exército Português, e, mais concretamente nas Forças Nacionais Destacadas é bastante vantajosa quando aliada às armas convencionais, permitindo que o acompanhamento do escalar da violência seja executado com muito mais eficiência.
