Percorrer por autor "Correia, Inês Maria Cunha"
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- Progressão do desgaste dentário em esmalte e cerâmica : estudo in vitroPublication . Correia, Inês Maria Cunha; Vieira, Ana MariaObjetivo: Avaliar e comparar, in vitro, o Desgaste Dentário por atrição em amostras de esmalte humano e cerâmica, assim como a capacidade do scanner intraoral CEREC Primescan® para medir a progressão de desgaste dentário. Materiais e Métodos: Dez dentes molares humanos, extraídos, foram submetidos a desinfeção e, seguidamente, seccionados de modo a obter amostras de esmalte planas (E) (n=12), cúspides oponentes a esmalte (CE) (n=12) e cúspides oponentes a cerâmica (CC) (n=12). Dois blocos de LavaTM Ultimate foram seccionados e, posteriormente polidos de modo a obter amostras de cerâmica (C)(n=12). Após montagem em bases resinosas, CE e CC foram colocadas como corpo (superior), E e C foram colocadas como contra-corpo (inferior) no Chewing Simulator, submersas em saliva artificial e submetidas ao protocolo de atrição, que consistiu em 3 ciclos de desgaste (24h (t1), 48h (t2) e 96h (t4)). Para cada amostra, com recurso ao scanner CEREC Primescan®, efetuou-se um scan inicial, antes de iniciar o primeiro ciclo de atrição de forma a obter uma referência para a posterior análise do volume de amostra perdido (%vol rel), e no final dos ciclos às 24h (t1), 48h (t2) e 96h (t4). Os valores de %vol rel foram analisados estatisticamente. Resultados: Verificou-se redução do volume das amostras ao longo do tempo, que se verificou estatisticamente significativo (p<0,0005) para todos os grupos. Ao analisar o desgaste entre grupos verificou-se que as diferenças apenas apresentaram relevância estatística entre os grupos CC e E em t1 (p=0,026) e em t2 (p=0,039), entre CC e C para t2 (p=0,038) e entre CE e E para t4 (p=0,037). Conclusão: O CEREC Primescan® é capaz de medir o desgaste dentário ao longo do tempo. Verificaram-se diferenças pontuais entre o desgaste de esmalte e cerâmica.Objetivo: Avaliar e comparar, in vitro, o Desgaste Dentário por atrição em amostras de esmalte humano e cerâmica, assim como a capacidade do scanner intraoral CEREC Primescan® para medir a progressão de desgaste dentário. Materiais e Métodos: Dez dentes molares humanos, extraídos, foram submetidos a desinfeção e, seguidamente, seccionados de modo a obter amostras de esmalte planas (E) (n=12), cúspides oponentes a esmalte (CE) (n=12) e cúspides oponentes a cerâmica (CC) (n=12). Dois blocos de LavaTM Ultimate foram seccionados e, posteriormente polidos de modo a obter amostras de cerâmica (C)(n=12). Após montagem em bases resinosas, CE e CC foram colocadas como corpo (superior), E e C foram colocadas como contra-corpo (inferior) no Chewing Simulator, submersas em saliva artificial e submetidas ao protocolo de atrição, que consistiu em 3 ciclos de desgaste (24h (t1), 48h (t2) e 96h (t4)). Para cada amostra, com recurso ao scanner CEREC Primescan®, efetuou-se um scan inicial, antes de iniciar o primeiro ciclo de atrição de forma a obter uma referência para a posterior análise do volume de amostra perdido (%vol rel), e no final dos ciclos às 24h (t1), 48h (t2) e 96h (t4). Os valores de %vol rel foram analisados estatisticamente. Resultados: Verificou-se redução do volume das amostras ao longo do tempo, que se verificou estatisticamente significativo (p<0,0005) para todos os grupos. Ao analisar o desgaste entre grupos verificou-se que as diferenças apenas apresentaram relevância estatística entre os grupos CC e E em t1 (p=0,026) e em t2 (p=0,039), entre CC e C para t2 (p=0,038) e entre CE e E para t4 (p=0,037). Conclusão: O CEREC Primescan® é capaz de medir o desgaste dentário ao longo do tempo. Verificaram-se diferenças pontuais entre o desgaste de esmalte e cerâmica.
