Percorrer por autor "Campos, Ana Constança Marques Miranda Palma"
A mostrar 1 - 1 de 1
Resultados por página
Opções de ordenação
- Prevalência do tipo de rebordo alveolar nos desdentados da consulta de reabilitação oral I e II da clínica universitária Egas MonizPublication . Campos, Ana Constança Marques Miranda Palma; Reis, José Alexandre; Maurício, PauloObjetivos: Avaliar e caracterizar os doentes desdentados parciais que recorreram à consulta de Reabilitação Oral I e II na Clínica Universitária Egas Moniz, quanto ao tipo de rebordo alveolar e quanto às mucosas, associando-os entre si. Materiais e Métodos: Dos cerca de 60.000 processos presentes na Clínica Universitária Egas Moniz até Março de 2018, utilizaram-se os que frequentaram as consultas de Reabilitação Oral I e II entre Setembro de 2014 e Março de 2018, e que cumpriam todos os critérios de inclusão. Consultaram-se as Histórias Clínicas dos mesmos e recolheram-se dados anonimizados, caracterizados pelas variáveis do rebordo alveolar, da mucosa e dos freios. Resultados: Dos processos analisados 58,7% era do sexo feminino e a idade média foi de 59,7 anos. O tipo de rebordo alveolar no sentido mésio-distal mais prevalente na maxila é o plano e na mandíbula é o côncavo. O tipo de rebordo alveolar no sentido cérvico-oclusal mais prevalente em ambas as arcadas é o médio. Na maxila, a forma do rebordo alveolar mais prevalente é a arredondada, e na mandíbula, é a triangular. Rebordos regulares são os mais prevalentes em ambas as arcadas. A mucosa do tipo firme é a mais comum em ambas as arcadas, tal como freios de tamanho e inserção normais. Associou-se o tipo de rebordo alveolar no sentido mésio distal quanto à sua regularidade, com a mucosa e com o tamanho e inserção dos freios. Conclusões: Para todos os tipos de rebordo, a mucosa do tipo firme, freios de tamanho normal, e freios com inserção normal foram os mais prevalentes.
