ISCIA - DETMAR - Dissertações, Relatórios e Projetos
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Percorrer ISCIA - DETMAR - Dissertações, Relatórios e Projetos por orientador "Silvestre, Manuel"
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- Influência do fator humano nos acidentes marítimosPublication . Mendes, Lara; Silvestre, ManuelA minimização de acidentes marítimos requer um trabalho contínuo de gestão de riscos através de uma investigação técnica. As estatísticas realizadas indicam que as causas, na maioria das vezes, advêm do fator humano. O papel de gestão dos riscos deve ser executada por órgãos cujo objetivo principal é apresentar as causas dos acidentes marítimos para, através desta avaliação, criar relatórios e partir da importância, recomendações, que orientam a todos os destinatários que influenciam a segurança marítima.
- JUP – Janela Única Portuária Os portos portugueses na vanguardaPublication . Oliveira, Carlos; Silvestre, ManuelQuando falamos de harmonização de procedimentos e de desburocratização, constatamos que o mundo não pára e os portos portugueses acompanham, e por vezes ultrapassam, o que de melhor se faz no mundo,” Este foi, no meio portuário, o mote da década de noventa do século passado e da primeira década do século XXI. Depois do desenvolvimento isolado de projetos para a criação de Sistemas de Gestão Portuária, os portos portugueses uniram-se, sob a direção da sua Associação de Portos de Portugal e decidiram juntar esforços no sentido de criarem um sistema harmonizado de gestão portuária. Nasceu a JUP-Janela Única Portuária. Ao mesmo tempo o mundo portuário desenvolvia experiências em vários continentes que apontavam para o mesmo objetivo. Se inicialmente não existia contacto entre os vários intervenientes, passou a exigir-se a troca de experiências, facilitando a travessia do deserto e descobrindo muitos oásis. Centrado na experiência portuguesa, este trabalho pretende alargar os horizontes ao mundo da desburocratização e simplificação de procedimentos nos portos, fazendo realçar o futuro que ainda agora começou.
- A Pirataria no Golfo da Guiné numa Perspetiva Comportamental e EspacialPublication . Silva, Filomeno; Silvestre, ManuelO presente trabalho de investigação centra-se no estudo dos aspetos e relação comportamental-espacial dos fenómenos associados ao roubo e pirataria marítima no Golfo da Guiné (GoG). Não existem estudos concretos sobre esta temática que tem uma relevância atual significativa pelo impacto que este fenómeno produz no comércio marítimo e nos países da região. Pretendeu-se perceber as relações comportamentais e espaciais do fenómeno de pirataria e roubo marítimo na região do Golfo da Guiné de modo a permitir aos Estados da região e a todos os atores que operam nesse espaço possam entender melhor os modos de ação praticados na região para poderem desenhar políticas e processos para os contrariar. O presente trabalho de investigação foi desenvolvido com base na metodologia preconizada por Raymond Quivy e Luc Van Compenhoudt centrada nos sete passos para a investigação na área das ciências sociais, que permitiram definir as questões derivadas, as hipóteses e concomitantemente o modelo de análise, após uma exaustiva revisão de literatura sobre o fenómeno em estudo. Neste âmbito foram analisados os dados existentes, e confirmados, de ataques entre 8-1-2008 e 4-11-2014 pela International Maritime Agency das Nações Unidas. Estes dados foram tratados e processados com meta-classificadores numa base de dados do ISCIA – Observatório de Segurança Marítima, que serviu de suporte à análise efetuada. Estabeleceu-se ainda, neste estudo, uma análise comparativa com fenómenos semelhantes ocorridos noutras regiões do globo tentando obter-se uma sequência de causa efeito na perspetiva comportamental e espacial.O Estudo chegou a conclusões sólidas sobre três tipologias de ataques na região relacionados com a ocorrência em domínios específicos do espaço do GoG: roubo de pertences do navio/tripulações; tomada de reféns para obtenção de resgate, ou proteção dos atacantes; e por último o roubo de combustíveis. Esta tipologia de fenómenos está associada aos portos e ancoradouros no primeiro caso e à Nigéria, enquanto epicentro, nas duas últimas situações. Também se encontraram possíveis relações com a atividade descrita em abundante literatura sobre a tomada de reféns para financiamento do grupo radical islâmico “Boko Haram”. Existem indícios de um outro modo de ação nas águas territoriais da Nigéria que é um crescente negócio de proteção feito por forças de segurança e armadas deste país.
