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O comércio retalhista como instrumento para a criação de uma identidade transfronteiriça

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Desde sempre as localidades próximas das fronteiras estabeleceram relações entre as suas populações - familiares, de trabalho e, talvez as mais antigas, comerciais. Desde sempre o factor barreira, induzido pela fronteira, não representou obstáculo às relações entre povos. Dependendo da porosidade da fronteira, as relações podem tornar-se mais ou menos intensas, mais ou menos tranquilas, mas nunca nulas. O contrabando e o aproveitamento das vantagens comparativas entre dois países proporcionaram sempre contactos e uma alteridade que potencia a formação de uma identidade na população, que não deixando de ser nacional, é, simultaneamente, transfronteiriça. No caso da fronteira interna da Península Ibérica, sempre se puderam verificar relações comerciais que, essencialmente após a adesão dos dois países à U. Europeia, e mais concretamente a partir de Schengen, se intensificaram, devido à diluição do efeito de barreira. No caso do polígono formado por Portalegre/Elvas/Badajoz/Valência de Alcântara verifica-se que o factor de maior aproximação entre as populações é o comércio a retalho e que este, directa ou indirectamente, influencia o crescimento e a expansão urbanos.

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Palavras-chave

fronteira comércio a retalho região de fronteira expansão urbana identidade fronteiriça

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