| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.78 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O deficiente controlo terapêutico dos diabéticos, a baixa taxa de diagnóstico, a inexistência de uma estratégia de prevenção do crescimento exponencial da incidência, aliadas ao déficit estrutural do programa de Gestão Integrado da Diabetes contribuem, para a baixa eficácia na Prevenção e Controlo Global da Diabetes no ACES Sotavento.
Como doença complexa, multifactorial e comportamental que é, a Diabetes carece de uma abordagem multidisciplinar, multi-sistémica, ao longo de todo o ciclo vital do indivíduo, em diversos contextos sociais e organizacionais, constituindo a “Gestão Integrada da Diabetes” uma estratégia essencial na racionalização de recursos, interligação de profissionais de saúde e parceiros da comunidade, mas sobretudo na coesão e coerência das intervenções.
Promover a prevenção primária, secundária, terciária e quaternária na Diabetes é prevenir transversalmente muitas das doenças crónicas não transmissíveis, dar mais anos à vida e mais vida aos anos.
Descrição
Dissertação de mestrado em Saúde comunitária, orientada por Helena José, Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior de Saúde.
Palavras-chave
Diabetes Gestão integrada Cuidados de saúde primários Comunitária
Contexto Educativo
Citação
Mestre, M. O.D. (2012). GesTinDiabe: gestão integrada da prevenção e controlo da diabetes no aces sotavento. (Dissertação de mestrado não publicada). Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior de Saúde.
