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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Neck pain is a common complaint among dental medicine students, resulting from sustained postures during clinical practice and potentially compromising postural control. However, the longitudinal effects of neck pain on postural control variability remain underexplored. This study aimed to analyze how the presence of neck pain influences postural control variability in dental medicine students over the course of three semesters of clinical training. Forty-four students initially participated in the study and were divided into two groups— with and without neck pain—based on the Nordic Musculoskeletal Questionnaire. Postural control was assessed using a force platform across eight distinct postural conditions, considering both anteroposterior and mediolateral components. Postural control variability was quantified using SampEn, calculated via a customized MATLAB script. Data were analyzed through a linear mixed-effects model, with fixed factors including group, time, postural position, cervical rotation, and visual condition. Results revealed that, over time, the neck pain group showed a progressive reduction in postural variability, reflecting a more rigid control pattern, especially under more demanding tasks such as tandem stance with eyes closed. These findings suggest that neck pain negatively affects the students’ ability to adapt posturally, highlighting the need for preventive strategies in academic and clinical settings.
A dor cervical é uma queixa comum entre estudantes de medicina dentária, resultante das posturas mantidas durante a prática clínica, podendo comprometer o controlo postural. No entanto, os efeitos longitudinais da dor cervical sobre a variabilidade do controlo postural permanecem pouco explorados. Este estudo teve como objetivo analisar, ao longo de três semestres de prática clínica, como a presença de dor cervical influencia a variabilidade do controlo postural em estudantes de medicina dentária. Quarenta e quatro estudantes participaram inicialmente do estudo, sendo divididos em dois grupos: com e sem dor cervical, com base no Nordic Musculoskeletal Questionnaire. A avaliação foi realizada através de uma plataforma de forças, em oito condições posturais distintas considerando as componentes anteroposterior e mediolateral. A variabilidade do controlo postural foi quantificada utilizando a SampEn, calculada com recurso a um script personalizado em MATLAB. Os dados foram analisados através de um modelo linear de efeitos mistos, considerando como variáveis fixas o grupo, o tempo, a posição postural, a rotação cervical e a condição visual. Os resultados revelaram que, ao longo do tempo, o grupo com dor cervical apresentou uma diminuição progressiva da variabilidade postural, refletindo um padrão mais rígido, especialmente nas tarefas mais desafiantes, como a posição tandem com olhos fechados. Estes achados sugerem que a dor cervical afeta negativamente a capacidade de adaptação postural dos estudantes, evidenciando a necessidade de estratégias preventivas no contexto académico e clínico.
A dor cervical é uma queixa comum entre estudantes de medicina dentária, resultante das posturas mantidas durante a prática clínica, podendo comprometer o controlo postural. No entanto, os efeitos longitudinais da dor cervical sobre a variabilidade do controlo postural permanecem pouco explorados. Este estudo teve como objetivo analisar, ao longo de três semestres de prática clínica, como a presença de dor cervical influencia a variabilidade do controlo postural em estudantes de medicina dentária. Quarenta e quatro estudantes participaram inicialmente do estudo, sendo divididos em dois grupos: com e sem dor cervical, com base no Nordic Musculoskeletal Questionnaire. A avaliação foi realizada através de uma plataforma de forças, em oito condições posturais distintas considerando as componentes anteroposterior e mediolateral. A variabilidade do controlo postural foi quantificada utilizando a SampEn, calculada com recurso a um script personalizado em MATLAB. Os dados foram analisados através de um modelo linear de efeitos mistos, considerando como variáveis fixas o grupo, o tempo, a posição postural, a rotação cervical e a condição visual. Os resultados revelaram que, ao longo do tempo, o grupo com dor cervical apresentou uma diminuição progressiva da variabilidade postural, refletindo um padrão mais rígido, especialmente nas tarefas mais desafiantes, como a posição tandem com olhos fechados. Estes achados sugerem que a dor cervical afeta negativamente a capacidade de adaptação postural dos estudantes, evidenciando a necessidade de estratégias preventivas no contexto académico e clínico.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de mestre na Escola Superior de Saúde Egas Moniz
Palavras-chave
Neck pain Postural control Dental students Variability Entropy
