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Vivências dos enfermeiros ao cuidar do doente crítico durante o transporte marítimo
| dc.contributor.author | Rodrigues, Lisete Maria Medeiros | |
| dc.contributor.author | Martins, José Carlos Amado | |
| dc.date.accessioned | 2018-08-29T08:42:59Z | |
| dc.date.available | 2018-08-29T08:42:59Z | |
| dc.date.issued | 2012-06 | |
| dc.description.abstract | A necessidade de cuidados diferenciados e realização de exames complementares de diagnóstico obriga a que, entre as ilhas do Pico e Faial, se proceda ao transporte inter-hospitalar do doente em estado crítico, por via marítima. Deste modo, o presente estudo pretende analisar as vivências dos enfermeiros, da Unidade de Saúde da Ilha do Pico, ao cuidar do doente crítico, durante o transporte marítimo. É um estudo de natureza qualitativa e abordagem fenomenológica. A informação foi colhida nos meses de Fevereiro e Março de 2010, através de entrevista semi-estruturada, tendo sido seleccionados de forma intencional oito enfermeiros, procurando a saturação da informação. A análise decorreu de acordo com as etapas de interpretação metodológica de Colaizzi. Dos achados emerge um tema central, a Categoria da Responsabilidade Profissional, nas suas dimensões técnica, humana e ética. Outra categoria é a Emocional, da qual constam emoções agradáveis e, predominantemente, emoções desagradáveis. Os elementos facilitadores ou geradores de dificuldades no transporte originam a Categoria dos Factores Mediadores. Após a efectivação do transporte surge a reflexão sobre a acção, a aprendizagem e a busca de mais formação, que integramos na Categoria de Retroacção, pois potencia mudanças e influencia futuras vivências do fenómeno. Com este estudo concluímos que os sentimentos desagradáveis ocorrem durante o planeamento e efectivação da transferência e os sentimentos agradáveis emergem após a entrega do doente na instituição de destino, relacionados com um terminar da responsabilidade pelo doente e com o facto da transferência decorrer sem incidentes. O estudo foca a importância dada a um adequado planeamento do transporte, a experiência prévia, a formação e o acompanhamento por outro profissional como aspectos facilitadores da prestação de cuidados ao doente crítico. Denotamos ainda que as vivências dos enfermeiros ao cuidar do doente crítico levam à reflexão sobre acção e sobre as práticas, bem como a constante actualização científica, o que propicia aprendizagem pela experiência e a posterior segurança e melhoria da qualidade dos cuidados prestados. | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Pensar Enfermagem, Vol. 16 N.º 1 1º Semestre de 2012 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/23931 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Enfermagem | pt_PT |
| dc.subject | Transporte | pt_PT |
| dc.subject | Doente crítico | pt_PT |
| dc.subject | Responsabilidade | pt_PT |
| dc.subject | Enfermeiro | pt_PT |
| dc.title | Vivências dos enfermeiros ao cuidar do doente crítico durante o transporte marítimo | pt_PT |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Lisboa | pt_PT |
| oaire.citation.endPage | 41 | pt_PT |
| oaire.citation.issue | 1 | pt_PT |
| oaire.citation.startPage | 26 | pt_PT |
| oaire.citation.title | Pensar Enfermagem | pt_PT |
| oaire.citation.volume | 16 | pt_PT |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | article | pt_PT |
