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A comunicação no processo terapêutico das famílias de doentes mentais

dc.contributor.authorGomes, Filomena
dc.contributor.authorAmendoeira, José
dc.contributor.authorMartins, MM
dc.date.accessioned2020-09-28T11:02:14Z
dc.date.available2020-09-28T11:02:14Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractA saúde mental no século no XXI estará dependente de quadros sócio-políticos difíceis de prever face à conjuntura económica que se veri!ca a nível mundial. No entanto, independentemente do que daí advier, é importante inserir a família nos projectos terapêuticos a desenvolver com os doentes mentais. Para que o envolvimento da família nesses projectos terapêuticos seja bem sucedida é necessário a adopção de processos de comunicação a nível das relações interpessoais enfermeiros/famílias de doentes mentais para o sucesso dessas interacções. O estudo que estamos a desenvolver com enfermeiros que trabalham em serviços de internamento de saúde mental e psiquiátrica tem por objectivos: - identi!car de que forma o enfermeiro intervém junto das famílias para que estas se sintam apoiadas quando necessitam de ajuda para lidarem com a situação de doença na família. - obter informação sobre os espaços de tempo que disponibilizam para ouvir as famílias. Trabalhamos com 7 enfermeiros. Recorremos a entrevistas semi-estruturadas. O tratamento dos dados é feito através de análise de conteúdo. O nosso estudo demonstra que: - os momentos utilizados pelos enfermeiros para comunicar com a família visam essencialmente dar informações sobre os procedimentos a ter com o doente após a alta. - Entendem a família como um elemento fundamental para o equilíbrio do doente mas não valorizam o equilíbrio da própria família. - O foco de atenção dos enfermeiros é o doente identi- !cado. Decorre de uma análise preliminar dos dados que há pouca comunicação entre enfermeiros e familiares dos doentes internados e quando dialogam é para obter dados dos doentes ou encaminhá-los para outros técnicos. É importante motivar os enfermeiros a desenvolver processos de comunicação junto destas famílias com momentos concretos de ajuda terapêutica. Com estes procedimentos acreditamos que se atingirão ganhos em saúde, observáveis pela diminuição da ansiedade dos familiares, melhor relação destes com os familiares doentes e, por sua vez, menos internamentos dos doentes identi!cados.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationRevista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, 7 (JUN.,2012)pt_PT
dc.identifier.doi10.19131/rpesm.0080pt_PT
dc.identifier.issn1647-2160
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/33449
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherSociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mentalpt_PT
dc.relation.publisherversionhttp://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1647-21602012000100009pt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_PT
dc.subjectFamíliapt_PT
dc.subjectComunicação terapêuticapt_PT
dc.subjectEnfermagempt_PT
dc.subjectDoente mentalpt_PT
dc.titleA comunicação no processo terapêutico das famílias de doentes mentaispt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage60pt_PT
oaire.citation.issue7pt_PT
oaire.citation.startPage54pt_PT
oaire.citation.titleRevista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mentalpt_PT
person.familyNameMartins
person.givenNameMaria Manuela
person.identifier.ciencia-id3A1D-066F-1F85
person.identifier.orcid0000-0003-1527-9940
person.identifier.ridK-4369-2013
person.identifier.scopus-author-id55044850200
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT
relation.isAuthorOfPublication2f651969-be11-4d4f-a6ad-44e6b0bc3156
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