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Estudo laboratorial do uso de desfloculante/endurecedores na produção da pasta de porcelanato

dc.contributor.advisorVeloso, Ana Cristina Araújo
dc.contributor.authorNunes, Maria Fernanda Esteves
dc.date.accessioned2024-08-29T16:16:21Z
dc.date.available2024-08-29T16:16:21Z
dc.date.issued2024-05-13
dc.description.abstractA formulação do Porcelanato é elaborada a partir da combinação de diversas matérias-primas, como argilas, feldspatos, desfloculantes e endurecedores, sempre com o intuito de garantir que o produto final atenda a um alto desempenho técnico. A concorrência global vêm exigindo então que as empresas cerâmicas adotem práticas inovadoras e melhorem continuamente os seus processos de produção. A utilização de matérias-primas mais sustentáveis, a redução do consumo de energia e de água e a gestão adequada de resíduos tornaram-se prioridades para estas empresas. Dai ser fulcral o estudo sobre a viabilidade da utilização de outras gamas de desfloculantes e endurecedores, como apresentando neste relatório. O presente relatório de estágio, teve a duração de doze meses e foi realizado na Dominó – Indústrias Cerâmicas S.A. e nas instalações do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra. O tema definido foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a utilização de desfloculantes e endurecedores alternativos na produção da pasta de porcelanato, visando uma melhoria na resistência mecânica, eficiência na produção e um melhor aproveitamento energético. Na primeira parte foi realizado um levantamento histórico sobre a indústria cerâmica, bem como os principais motivos que levaram a esse estudo. Foi realizado também um enquadramento sobre todo o processo da Dominó para posteriormente ser apresentada as três experiências realizadas, designadas como A, B e C. Na experiência A o principal objetivo era a análise e controlo do tempo de escoamento da pasta de porcelanato, com a utilização de quatro desfloculantes existentes no mercado. Concluiu-se que o desfloculante D1 apresentou resultados para o tempo de escoamento satisfatórios em laboratório. Já nos ensaios industriais os valores foram ligeiramente mais altos, mas ainda sim satisfatórios. Entretanto como os valores de densidade no ensaio industrial não foram semelhantes aos do laboratório, não foi possível realizar uma comparação com os valores laboratoriais. Já na experiência B, onde o objetivo era a introdução de endurecedores na composição da pasta, pode-se concluir que dois endurecedores apresentaram bons resultados em laboratório. Todavia, para conclusões mais precisas e completas é preciso realizar ensaios industriais e uma análise financeira para a introdução de um novo aditivo na pasta de porcelanato. Na experiência C, o objetivo era verificar se as características (sólidos totais, pH e condutividade) da água se mantinham constante. Uma vez que os valores mantiveram constantes entres as amostras, conclui-se que a água do processo não influenciou em qualquer resultado da experiência A.pt_PT
dc.identifier.tid203613422pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/51972
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCerâmicapt_PT
dc.subjectPorcelanatopt_PT
dc.subjectMatérias-primaspt_PT
dc.subjectDesfloculantept_PT
dc.subjectEndurecedorpt_PT
dc.titleEstudo laboratorial do uso de desfloculante/endurecedores na produção da pasta de porcelanatopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsclosedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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