Percorrer por autor "Subtil, Rita Alexandra Caetano"
A mostrar 1 - 1 de 1
Resultados por página
Opções de ordenação
- A vigilância da pessoa em situação crítica submetida a ventilação não invasiva :Publication . Subtil, Rita Alexandra Caetano; Moita, Maria Augusta GrouO presente relatório, ancorado no tema A Vigilância da Pessoa em Situação Crítica submetida a Ventilação Não Invasiva: Uma Intervenção Especializada em Enfermagem, demonstra o percurso de aquisição de competências no âmbito da Unidade Curricular Estágio com Relatório, do 9º Curso de Mestrado em Enfermagem na Área de Especialização à Pessoa em Situação Crítica da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa. Os estágios, realizados em contexto de Unidade de Cuidados Intensivos e em Serviço de Urgência, tiveram como objetivo geral desenvolver competências especializadas na prestação de cuidados à pessoa em situação crítica submetida a ventilação não invasiva e sua família, com especial foco na vigilância. O referencial teórico escolhido foi a Teoria da Vigilância de Meyer e Lavin e a Teoria de Benner. A vigilância profissional de enfermagem reúne um estado de observação e de atenção à pessoa no seu processo de doença crítica, com identificação de sinais e sintomas clinicamente significativos; o cálculo do risco inerente à prática de enfermagem; a formação para agir de forma eficaz e eficiente, minimizando os riscos e complicações (Meyer & Lavin, 2005). A vigilância de enfermagem, dando enfase à deteção precoce de problemas, pode ser observada como uma primeira forma de defesa do indivíduo, que contribuirá para a melhoria do seu estado de saúde (Benner, 2001). A ventilação não invasiva (VNI) é utilizada cada vez mais em situações de insuficiência respiratória aguda e/ou crónica, consistindo na aplicação de um suporte ventilatório mecânico sem recurso a métodos invasivos, através de um interface, em doentes com estímulo respiratório (Fonseca & Fontes, 2013). O enfermeiro tem ao seu dispor estratégias e técnicas que contribuem não exclusivamente para o aumento da eficácia da VNI, como também para a redução dos fatores de intolerância a esta terapêutica (Maciel, 2011). Para isso, é necessária uma vigilância eficaz e eficiente por parte do enfermeiro, prevenindo ou diminuindo as complicações que possam surgir.
