Percorrer por autor "Rocha, Fernanda Maria de Almeida"
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- O processo de transição para a vida pós-escolar de alunos com necessidades educativas especiaisPublication . Rocha, Fernanda Maria de Almeida; Torres, ZéliaEsta investigação teve como tema o Processo de Transição para a Vida Pós-Escolar de Alunos com Necessidades Educativas Especiais que frequentaram três Escolas da rede pública, do Terceiro Ciclo e do Ensino Secundário, do Concelho de Rio Maior, Distrito de Santarém, no Ano Lectivo 2010/2011. O trabalho foi estruturado em duas partes distintas e complementares, na primeira, o Enquadramento Teórico, realizámos uma revisão da literatura referente à temática em estudo que constituiu a fundamentação da Investigação. Na segunda parte aplicou-se a técnica de recolha de dados com questionário para todos os elementos que constituíam o grupo de estudo: Alunos com Necessidades Educativas Especiais e Plano Individual de Transição, Professores de Educação Especial, Directores de Escola/Agrupamento, Encarregados de Educação e Responsáveis das Instituições/Empresas onde os Alunos realizaram as suas experiências laborais. Visámos alcançar o principal objectivo do presente trabalho, analisar o Processo de Transição para a Vida Pós-Escolar dos Alunos com Necessidades Educativas Especiais das Escolas deste Concelho, com base na perspectiva da Escola, da Família e da Comunidade, com o intuito de contribuir para determinar os factores indispensáveis ao desenvolvimento de um adequado Processo de Transição para a Vida Pós-Escolar. Os resultados revelaram que, apesar das muitas dificuldades que existem no Processo de Transição para a Vida Pós-Escolar e da Legislação vigente ser insuficiente, são inúmeros os benefícios das actividades desenvolvidas nos estágios laborais para os jovens com Necessidades Educativas Especiais. O desenvolvimento de competências, proporcionado por estes estágios, cria expectativas positivas em relação ao futuro destes jovens, no campo pessoal e profissional, avocando a possibilidade de prosseguimento de estudos ou exercício de uma actividade laboral. Concluímos que os Planos Individuais de Transição, contando com a participação activa e responsável da Escola, da Família, da Comunidade e do Estado, podem contribuir, significativamente, para a formação e encaminhamento profissional destes jovens e a sua empregabilidade, ou seja, para a Vida Pós-Escolar, Activa, Autónoma e Inclusiva.
