Browsing by Author "Pinho, Francisco Almeida"
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- Segurança e oxigenoterapia hiperbárica na pessoa em situação crítica :Publication . Pinho, Francisco Almeida; Nascimento, Carla Alexandra Fernandes doNos últimos anos, no que à área da saúde diz respeito, assistimos a uma verdadeira progressão tecnológica, com o aparecimento de novas formas de tratamento que demonstram ser uma clara mais-valia para as pessoas de quem cuidamos. A oxigenoterapia hiperbárica é um desses exemplos, ao apresentar resultados positivos em diferentes especialidades da prática clínica, onde se inclui o tratamento da pessoa em situação crítica (Fernandes, 2009). Considerando a especificidade do ambiente hiperbárico e a complexidade associada, por norma, à condição clínica da pessoa em situação crítica, compreende-se que este meio terapêutico seja representativo de riscos acrescidos para este tipo de doentes. Os enfermeiros, pelas competências que lhes são reconhecidas, são perspetivados como uma peça imprescindível na promoção da segurança nos cuidados de saúde (Fernandes & Queirós, 2011). Neste sentido, como ponto de partida para este trajeto, elaborei uma revisão integrativa da literatura com a seguinte questão de investigação: “Qual a intervenção do enfermeiro na promoção da segurança da pessoa em situação crítica submetida a oxigenoterapia hiperbárica?”. Com o objetivo major de desenvolver competências especializadas de enfermagem no âmbito da promoção da segurança da pessoa em situação crítica, realizei três estágios, em contexto de serviço de urgência e de unidades de medicina hiperbárica, onde, através das atividades efetuadas, desenvolvi competências em diferentes áreas, entre as quais destaco: a prestação de cuidados à pessoa e família a vivenciar processos complexos de doença crítica, a gestão e garantia da eficácia e efetividade comunicacional, a maximização na prevenção e controlo de infeção e a disseminação de conhecimento, com vista à progressão e melhoria contínua da prática de enfermagem (Regulamento n.º 429/2018, 2018; Regulamento n.º 140/2019, 2019). O percurso efetuado, descrito e analisado ao longo do presente documento, foi sustentado nas Teorias de Meyer e Lavin (2005) e de Locsin (2005).
