Percorrer por autor "Jardim, Matilde Faria Marques de Almeida"
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- Previsão do tamanho dentário em dentição mista precoce : estudo de correlaçãoPublication . Jardim, Matilde Faria Marques de Almeida; Pereira, Pedro Mariano; Bugaighis, ImanIntrodução: O diagnóstico precoce é essencial para o tratamento das discrepâncias dentomaxilares na dentição mista. Este estudo teve como objetivo desenvolver métodos de previsão do tamanho dentário na dentição mista precoce, aplicáveis a partir dos seis anos de idade dentária. Materiais e métodos: Modelos de gesso de 125 indivíduos foram digitalizados com o scanner iTero 5D Element Plus™. O tamanho mesiodistal dos dentes foi medido com o software MeditLink, em ambas as arcadas. Equações de regressão linear utilizando sete combinações diferentes dos primeiros seis dentes permanentes erupcionados foram desenvolvidas para prever o espaço total e anterior necessário para os dentes permanentes não erupcionados, na maxila e mandíbula. O desempenho preditivo de várias combinações de dentes (MP1-MP7) foi avaliado através do desenvolvimento de uma equação de regressão linear simples para cada um dos métodos. Uma subamostra de 30 indivíduos diferentes foi usada para realizar um estudo de validação. Resultados: Os caninos inferiores apresentaram os maiores valores de dimorfismo sexual e os incisivos laterais superiores de variabilidade de tamanho. No geral, as equações específicas por sexo tiveram um desempenho idêntico às equações combinadas. A previsão da soma dos incisivos laterais inferiores, caninos e pré-molares (ΣMn2,3,4,5) apresentou os maiores valores de correlação para as equações combinadas tanto na amostra de estudo (r=0.808) como de validação (r=0.630). Globalmente MP2 (Σ31,41,36,46), MP3 (Σ31,41,16,26) e MP5 (Σ31,41) apresentaram as correlações mais altas e os erros médios mais baixos. Conclusão: A previsão do tamanho dos dentes permanentes não erupcionados pode ser realizada em idades mais precoces com precisão semelhante às previsões, em idades posteriores, usando o método de Tanaka-Johnston. As equações específicas para cada sexo apresentaram resultados comparáveis à equação combinada, pelo que recomendamos o usoclínico desta última. Este estudo destaca a importância de validar as equações de previsão do tamanho dentário numa amostra diferente.
