Browsing by Author "Hing, Iolanda Maria"
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- Continuidade de cuidados à criança e ao jovem com epilipsia em contexto escolar e familiarPublication . Hing, Iolanda Maria; Oliveira, Maria de LourdesA epilepsia é uma das doenças neurológicas mais comuns na criança (Joint Epilepsy Council, 2005), com implicações psicológicas, sociais, cognitivas e neurobiológicas, razão pela qual optámos pela área temática: A Continuidade de Cuidados à Criança e ao Jovem com Epilepsia em contexto escolar e familiar. Se por um lado não existe uma articulação entre a consulta de neurologia e o centro de saúde da área da criança e jovem por outro lado, apercebemo-nos da insegurança, medo e angústia sentidos dos pais, das crianças e dos jovens com epilepsia, particularmente pela falta de apoio em ambiente escolar. Para ajudar as crianças e os jovens com epilepsia a crescer com confiança e a enfrentarem bem o seu futuro, são necessárias intervenções e programas apropriados à sua idade e situação de saúde. Daí, optarmos por investir na promoção da qualidade de cuidados a este tipo de população. A metodologia utilizada foi a realização de estágios em vários locais. Os métodos de pesquisa foram as reflexões realizadas em cada local onde prestamos cuidados, sendo uma mais-valia para o desenvolvimento pessoal e profissional, abrindo-nos novos horizontes. Durante esses períodos pudemos fazer estudo de casos, elaborar instrumentos de recolha de dados para aprofundar a problemática em estudo, estabelecermos linhas orientadoras para a criação de guiões de entrevistas a pacientes e profissionais de saúde e desenvolvermos ações de formação sobre a área temática. Os resultados são positivos permitindo-nos a aquisição de contributos e o desenvolvimento de competências, na área de Enfermeiro Especialista de Saúde Infantil e Pediatria. As principais conclusões e recomendações a que chegámos prendem-se sobretudo com o estabelecimento de uma relação terapêutica entre pais-enfermeiros baseada no respeito pela sua autonomia e na partilha da tomada de decisão nos cuidados de enfermagem. A articulação de serviços (intra e extrahospitalar) aparece como condição de êxito e do empoderamento familiar e individual do paciente, num caminho de melhoria da gestão do autocuidado e dos cuidados de saúde na sua globalidade.
