Percorrer por autor "Gelbstein, Eduardo"
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- Protecting critical information infrastructuresPublication . Gelbstein, EduardoO recurso aos sistemas de informação na gestão e operação de infraestruturas críticas cresceu exponencialmente em todo mundo, sendo que atualmente não existem infraestruturas críticas que não dependam fortemente de software, computadores e redes informáticas. Nenhuma tecnologia é perfeita e lidar com erros de sistemas faz parte das responsabilidades daqueles que fornecem e operam esta tecnologia. A ubiquidade das redes globais como a internet criou um desafio adicional: tentativas, por vezes bem sucedidas, de aceder a estas tecnologias por parte de terceiros com a intenção de interromperem estas operações ao abrigo de justificações que vão desde o simples desafio individual, ao ativismo e, potencialmente, a operações de natureza militar ou terrorista. Os desafios associados à proteção de infraestruturas de informação crítica da qual a sociedade depende para funcionar, são variadas e complexas e têm de lidar com componentes passíveis de gerarem erros: pessoas, processos e tecnologia. Este artigo fornece uma visão sobre estes desafios e aponta sugestões e referências quanto às melhores práticas.
- The war of attrition in cyber-space or "cyber-attacks", "cyber-war" and "cyber-terrorism"Publication . Gelbstein, EduardoNos últimos anos tornou-se óbvio que o mundo virtual das bases de dados e do software – popularmente denominado como ciberespaço – tem um lado negro. Este lado negro tem várias dimensões, nomeadamente perda de produtividade, crime financeiro, furto de propriedade intelectual, de identidade, bullying e outros. Empresas, governos e outras entidades são cada vez mais alvo de ataques de terceiros com o fim de penetrarem as suas redes de dados e sistemas de informação. Estes vão desde os adolescentes a grupos organizados e extremamente competentes, sendo existem indicações de que alguns Estados têm vindo a desenvolver “cyber armies” com capacidades defensivas e ofensivas. Legisladores, políticos e diplomatas têm procurado estabelecer conceitos e definições, mas apesar da assinatura da Convenção do Conselho da Europa sobre Cibercrime em 2001 por vários Estados, não existiram novos desenvolvimentos desde então. Este artigo explora as várias dimensões deste domínio e enfatiza os desafios que se colocam a todos aqueles que são responsáveis pela proteção diária da informação das respetivas organizações contra ataques de origem e objetivos muitas vezes desconhecidos.
