Percorrer por autor "Dogui, Houda"
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- Restauração do dente tratado endodonticamente com perda significativa de substância coronária : o conceito de endocrownPublication . Dogui, Houda; Barbero Navarro, IgnacioAinda existe um desafio importante para a maioria dos dentistas antes de ser otimistas sobre a reabilitação de dentes tratados endodonticamente com extensa destruição coronal. Após o tratamento endodôntico, os dentes perderam suas características mecânicas (Ploumaki e al., 2013). Na verdade, eles tornaram-se frágeis, e isso está relacionado com a remoção da polpa e dos tecidos dentinários circundantes. As alterações biomecânicas existentes devido à terapia de canal radicular e ao grau de perda de tecido dentário, conduzem o dentista ao planeamento do tratamento restaurador. É aceite que a perda de substância dentária e a quantidade de tecido residual são provavelmente os fatores mais preditivos, mais importante para o sucesso clínico a longo prazo (D.Incau e al., 2011). O curso de ação mais lógico é, portanto, adotar o método mais confiável e econômico em termos de substância dentária. Além disso, as limitações ao uso de espigões intra-radiculares, como canais radiculares calcificados, canais estreitos ou fratura de um instrumento, levam os dentistas a pensar em outras alternativas, como o uso de endocrown, uma coroa endodôntica adesiva (Göhring e al., 2003). Endocrown, sendo uma restauração parcial única, pode ser considerada uma boa alternativa para a restauração de dentes com grande destruição coronária e dificuldades no tratamento endodôntico. Esta coroa seria fixada nas paredes internas da câmara pulpar e nas margens da cavidade para melhorar a retenção macromecânica e o uso de cimentação adesiva também melhoraria a microrretenção (Biacchi e al., 2012) (Al-Dabbagh., 2021) (Dartora e al., 2018). Objetivo: Esta revisão bibliográfica pretende descrever as consequências da perda coronária e do tratamento endodôntico nos dentes e discutir a indicação e o uso de endocrown. Métodos: A presente revisão bibliográfica foi realizada durante o período de dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Para esse efeito foi realizada uma pesquisa recorrendo aos motores de busca online: Science direct, Pubmed, Google scholar e Medline. A pesquiza baseou-se no estudo da teoria publicada entre 2000 – 2021 composta por artigos escritos em português, inglês ou francês.
