Percorrer por autor "Costa, Andreia Silva da"
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- Representações e impacto social do processo de doença, vivenciado por mulheres com diagnóstico de cancro de mama e seus familiaresPublication . Louro, Olga Batista; Arco, Helena Reis; Costa, Andreia Silva da; Roque, Sofia Maria BorbaO cancro da mama constitui a forma de neoplasia mais frequente na mulher, representando um importante problema de Saúde Pública, tanto pela sua incidência como pelos riscos em termos de mortalidade. Neste trabalho focamo-nos no impacto e representação social do processo de doença, com o objetivo de contribuir para a compreensão do fenómeno em causa. Delineámos um estudo centrado na revisão da literatura, com uma abordagem qualitativa recorrendo ao método PICOD. A análise foi feita através de análise de conteúdo. Os resultados sugerem que, relativamente à representação social do cancro, este é encarado tanto pelas mulheres doentes como pelos seus familiares, como uma doença fatalista, ligada ao incurável, traduzida numa morte anunciada. Estas representações potenciavam quadros de ansiedade e depressão, com impactos na qualidade de vida das mulheres, na esfera pessoal, familiar e social, permeando as fases de diagnóstico, de tratamento e de remissão ou sobrevivência. Verificamos ainda uma pluralidade de representações e impactos, mediadores deste fenómeno social, vivenciado de forma única pelos atores envolvidos, numa teia complexa na qual a mobilização de equipas multidisciplinares e de grupos de autoajuda se revestem de primordial importância. A relevância deste estudo emerge do seu contributo potenciador para a compreensão do fenómeno, ensaiando processos cuidativos singulares.
- Trends in delivery hospitalizations and the impact of ICD-9-CM to ICD-10-CM-PCS transition in Portugal between 2010 and 2018Publication . Camarinha, Catarina de Paraíso; Oliveira, Maria Miguel Gomes; Elias, Cecília; Nobre, Miguel de Araújo; Nicolau, Leonor Bacelar Costa; Furtado, Cristina; Costa, Andreia Silva da; Nogueira, Paulo Jorge da SilvaBackground: Hospital discharge data are essential for maternal health surveillance, clinical research, and healthcare resource allocation. In 2017, Portuguese hospitals transitioned from the International Classification of Diseases, Ninth Revision, Clinical Modification (ICD-9-CM) to the International Classification of Diseases, 10th edition, Clinical Modification and Procedure Coding System (ICD-10-CM/PCS), impacting the recording of delivery hospitalizations. This study examines trends in delivery hospitalizations from 2010 to 2018 and assesses the impact of the ICD-10-CM/PCS transition. Methods: We conducted a register-based observational cross-sectional analysis using data from the National Hospital Discharge Database, covering delivery hospitalizations in public hospitals from January 1, 2010, to December 31, 2018. Delivery episodes were identified using diagnosis codes, normal delivery codes, diagnosis-related group (DRG) codes, and procedure codes. Statistical analyses included descriptive statistics, interrupted time series with segmented regression, and Prophet forecasting models to evaluate trends and the impact of the coding transition. Results: A total of 673,978 delivery hospitalizations were recorded. The transition from ICD-9-CM to ICD-10-CM/PCS in 2017 had minimal overall impact on delivery trends. DRG codes consistently identified the majority of delivery episodes, with outcome of delivery codes and selected procedure codes showing varying trends. An increase in episodes identified by normal delivery codes and a significant decrease in episodes identified by procedure codes was observed immediately after the ICD-10 transition (p < 0.001). The Prophet model indicated improved forecast accuracy for procedure codes when including the ICD-10 transition variable. Conclusion: The transition to ICD-10-CM/PCS had a limited impact on overall delivery hospitalization trends but significantly affected procedure coding. These findings underscore the importance of considering coding system changes in healthcare data analyses. Further research should incorporate private hospital data and continuously monitor coding practices to ensure reliable health data for research and policy-making.
