| datacite.subject.fos | Ciências Médicas | |
| dc.contributor.author | Ramos, Henrique Vilaça | |
| dc.contributor.editor | Academia das Ciências de Lisboa | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-31T11:26:41Z | |
| dc.date.available | 2026-08-31T11:26:41Z | |
| dc.date.issued | 2026-08 | |
| dc.description.abstract | Este artigo analisa o papel da esperança na medicina, distinguindo-a do otimismo e caracterizando-a como uma expectativa realista, orientada para objetivos e apoiada na capacidade de ação. Apresenta evidências da sua associação a melhores resultados de saúde física e mental, maior adesão terapêutica e maior resiliência perante a doença. Examina também os mecanismos psicobiológicos e anatómicos envolvidos, nomeadamente os sistemas de recompensa, a ação de neurotransmissores e o efeito placebo. Defende-se a integração da esperança nos cuidados de saúde, através da identificação dos objetivos e receios do doente e da definição de percursos realistas. Por fim, abordam-se os desafios bioéticos do equilíbrio entre a comunicação da verdade, o respeito pela autonomia e a preservação de uma esperança realista. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/64401 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | n/a | |
| dc.rights.uri | N/A | |
| dc.title | A Esperança em Medicina | por |
| dc.type | text | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.startPage | 22 | |
| oaire.version | http://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85 |
