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Publicação

Formação do investigador criminal: da exigência processual à permanente capacitação de competências

datacite.subject.fosDissertação do Mestrado Integrado em Ciências Policiaispt_PT
dc.contributor.advisorElias, Luís Manuel André
dc.contributor.advisorPimentel, Lourenço
dc.contributor.authorAmorim, Cláudia Raquel Rodrigues
dc.date.accessioned2020-07-21T15:31:17Z
dc.date.available2020-07-21T15:31:17Z
dc.date.issued2020-06-03
dc.description.abstractA atividade de investigação criminal implica que qualquer profissional desta área tenha de possuir um verdadeiro espírito técnico-científico, o qual pressupõe o domínio de conhecimentos e técnicas que são absolutamente indispensáveis à produção de resultados credíveis e fiáveis. Dada a especificidade desta atividade e as suas exigências processuais, os investigadores criminais não podem ficar imunes às alterações fruto da própria dinâmica social e, por isso, devem manter uma constante atualização de conhecimentos e competências. Desta forma, na Polícia de Segurança Pública, onde a formação se define como um processo ao longo do qual se adquire e/ou desenvolve competências, conhecimentos e atitudes, é imprescindível ministrar formação adequada às necessidades reais do investigador criminal, capacitando-o a dar uma resposta eficiente às diferentes solicitações que a nova criminalidade impõe. O objetivo geral do presente estudo passa por perceber se a Polícia de Segurança Pública disponibiliza formação adequada aos investigadores criminais para o correto desempenho de funções. Para que tal fosse exequível, foi aplicado um inquérito por questionário a todos os investigadores criminais das Esquadras de Investigação Criminal do Comando Metropolitano de Polícia de Lisboa. Os resultados sugerem que grande parte dos investigadores criminais concordam na desadequação da formação às exigências da função, nomeadamente em aspetos como a utilidade, aplicabilidade e quantidade de formações.pt_PT
dc.description.abstractCriminal investigation requires all professionals to have a truthful, technical and scientific attitude. This also implies mastering knowledge and technics that are essential to produce valid and reliable results. Given this activity’s specificity and its processual demands, criminal researchers can’t ignore alterations due to the social dynamic itself and have to constantly update their skills. Thus, Public Security Police formation is defined as a process where skills, knowledge and attitudes are continuously developed. It is necessary to provide criminal researchers the adequate formation, empowering them with the efficient responses to the different solicitations that new criminality imposes. This study’s main goal was to understand if Public Security Police provides proper formation to criminal investigation professionals. To do so, a questionnaire was applied to all criminal researchers of Criminal Investigation Squads of the Metropolitan Command of Lisbon. Results suggest that a majority of investigators agree that formation is unsuitable to the function’s demands, especially in aspects like utility, applicability and number of formations.pt_PT
dc.identifier.tid202487563pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/32966
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectExigência processualpt_PT
dc.subjectFormaçãopt_PT
dc.subjectInvestigação criminalpt_PT
dc.subjectNova criminalidadept_PT
dc.titleFormação do investigador criminal: da exigência processual à permanente capacitação de competênciaspt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorInstituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna
thesis.degree.nameDissertação do Mestrado Integrado em Ciências Policiaispt_PT

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