Publicação
Caracterização do controlo urinário em desportistas de competição : estudo de jovens atletas femininas de basquetebol e de voleibol
| datacite.subject.fos | Saúde da Mulher | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Vicente, Sónia | |
| dc.contributor.author | Neves, Patrícia | |
| dc.date.accessioned | 2020-08-04T13:38:38Z | |
| dc.date.available | 2020-08-04T13:38:38Z | |
| dc.date.issued | 2020-04-24 | |
| dc.description.abstract | Introdução: A incontinência urinária é definida como a perda involuntária de urina. Este problema afeta predominantemente o género feminino e pode ter etiologia multifatorial. A incontinência urinária de esforço é cada vez mais prevalente entre mulheres atletas, em particular nos desportos de alto impacto, como o basquetebol e o voleibol. Estas modalidades apresentam um maior risco no défice do controlo urinário das jovens atletas, pelo facto de implicarem movimentos rápidos e com saltos. Objetivo: Analisar a prevalência do controlo urinário em atletas jovens femininas que pratiquem basquetebol ou voleibol. Metodologia: A amostra estudada foi composta por 125 atletas de basquetebol (n = 62) e de voleibol (n = 63) do género feminino, com idades compreendidas entre os 15 anos e os 30 anos (M = 19.7 e DP = 3.74), nulíparas e que praticam estas modalidades há pelo menos um ano na valência de competição. As atletas foram recrutadas em clubes desportivos das modalidades nos concelhos de Lisboa, Oeiras e Vila Franca de Xira, entre os meses de janeiro e maio de 2019. A recolha de dados foi realizada através de um questionário de caracterização da amostra e um questionário de avaliação da incontinência urinária (ICIQ-SF). Resultados: Da amostra total 27.2% apresentou perdas de urina, destas 23.2% apresentou incontinência urinária classificada como ligeira e 4% apresentou incontinência urinária classificada como moderada. As atletas de voleibol apresentaram uma maior percentagem de mulheres com perdas de urina (30.2%), no entanto relativamente à severidade as atletas de basquetebol apresentaram mais perdas de urina moderadas (6.5%) que as atletas de voleibol (1.6%). As atletas mais velhas foram as que referiram que as perdas de urina interferiam mais com o seu dia-a-dia (p = .032). A variável Índice de Massa Corporal (IMC) relacionou-se de forma diretamente proporcional com todas as variáveis relativas ao questionário ICIQ-SF (frequência, quantidade, interferência no dia-a-dia e score total da mesma). Conclusões: Com o presente estudo foi possível concluir que em idades jovens já se verificam perdas de urina em atletas de basquetebol e de voleibol. | |
| dc.identifier.tid | 202506487 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/33047 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Saúde da mulher | pt_PT |
| dc.subject | Incontinência urinária | pt_PT |
| dc.subject | Basquetebol | pt_PT |
| dc.subject | Voleibol | pt_PT |
| dc.title | Caracterização do controlo urinário em desportistas de competição : estudo de jovens atletas femininas de basquetebol e de voleibol | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.grantor | Escola Superior de Saúde do Alcoitão | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Fisioterapia | pt_PT |
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