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O pós-moderno parece ter sido placentário e incubador da necessária transição da modernidade para a hipermodernidade, o que poderá criar algum gelatinoso entendimento de períodos. Nesta fase de aprendizagem de uma nova era, o que se espera para o social e para a cultura? Desde os anos oitenta do século passado, a cultura vem disseminando o seu olhar em todos os espaços vivenciais. Vem criando a própria ontologia de modernidade pela massificação, democratização e mercantilismo. As estruturas narrativas abraçam a complexidade e a heterogeneidade. Vem encurtando distâncias entre o recetor e o imagético, sem perder a representação ilusionista. A mesma representação torna-se expressão de uma lógica híper, pelo excesso visual e múltiplo. A hipermodernidade parece sequiosa do obsceno, do violento e do desregulado. Transborda de oximoros: simplicidade e complexidade, imediatismo e distanciação, falso e verdadeiro, fictício e autêntico. O objeto de consumo torna-se excessivo, hiperbólico, desregulado e auto-referenciado. Lipovetsky arrisca a requisição das condenadas metanarrativas da pós-modernidade, superiormente parametrizadas na ciência e na religião, para as mesmas gerenciarem novos temores e indefinições. Este estudo pretende um entendimento reportado aos considerandos do filósofo sobre a contemporaneidade.
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Lipovetsky social cultura hipermodernidade
