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Formulações impeditivas de abuso de fármacos

dc.contributor.advisorPinto, Ana Isabel Fernandes
dc.contributor.authorRafael, Sílvia Diana Domingos
dc.date.accessioned2016-04-11T14:16:53Z
dc.date.available2016-04-11T14:16:53Z
dc.date.issued2014-10
dc.descriptionDissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Monizpt_PT
dc.description.abstractA crescente prevalência de condições de dor crónica tem sido acompanhada por acréscimo na utilização de analgésicos opióides. Ainda que considerados eficazes para o tratamento dos dois tipos de dor, crónica e aguda, o seu potencial inerente para mau uso, ou abuso, traz problemas como tolerância, dependência física e risco de overdose, problemáticas de saúde individual, que também dizem respeito à saúde pública. Os utilizadores abusivos de opióides procuram obter efeitos euforizantes de forma rápida e geralmente servem-se da ingestão (preparação intacta ou adulterada), inalação/instilação nasal e injecção. A manipulação, física ou química, das formas farmacêuticas, é feita para anular o controlo da velocidade de libertação dos compostos activos e/ou modificar a sua forma de apresentação de modo a facilitar a administração por vias alternativas. Para fazer face à epidemia do abuso de fármacos, a indústria farmacêutica, através do desenvolvimento de novas tecnologias de formulação, tem feito esforços para apresentar formulações anti-abuso. Estas representam uma estratégia para diminuir o abuso, sem afectar a acessibilidade dos pacientes ao medicamento, e com a salvaguarda de não comprometerem os requisitos de qualidade e segurança dos produtos farmacêuticos: estabilidade química, velocidade de libertação apropriada, reproductibilidade à escala comercial, eficácia e segurança clínica comprovadas. De acordo com as características do fármaco e com a previsão do perfil de comportamentos para o abuso, adopta-se a abordagem anti-abuso preferencial: um sistema de libertação modificada (LM), associação ao fármaco de um antagonista ou um composto aversivo, exibição de uma barreira física ou mecânica à extracção, formulação de um pró-fármaco ou, ainda, uma combinação de duas ou mais estratégias. Dado ser uma temática actual, com evolução diária, o impacto máximo da utilização destas formulações não será visto a curto prazo e até que a grande maioria dos analgésicos opióides prescritos sejam produtos com tecnologias anti-abuso.pt_PT
dc.identifier.tid201099217pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/13088
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectAbuso de fármacospt_PT
dc.subjectAnalgésicos opióidespt_PT
dc.subjectPotencial para abusopt_PT
dc.subjectFormulações anti-abusopt_PT
dc.titleFormulações impeditivas de abuso de fármacospt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticaspt_PT

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