AFA - Academia da Força Aérea
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A Academia da Força Aérea, criada em 1978, é um Estabelecimento de Ensino Superior Público Militar onde são formados os Oficiais do Quadro Permanente da Força Aérea, nas especialidades de Pilotagem Aeronáutica, Eng.ª Aeronáutica, Eng.ª de Aeródromos, Eng.ª Eletrotécnica e Administração Aeronáutica. O Ensino aqui ministrado visa preparar os futuros Oficiais com as competências técnicas para GERIR, OPERAR e MANTER os Sistema de Armas tecnologicamente sofisticados e complexos, mas também com as competências únicas de COMANDAR, de saber conduzir os outros, mesmo nas condições mais adversas, para o cumprimento das missões que lhes forem atribuídas.
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Percorrer AFA - Academia da Força Aérea por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "04:Educação de Qualidade"
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- Clima e cultura organizacionais na Academia da Força AéreaPublication . Paim, Sandro Avelino TosteEntender o comportamento das pessoas nas organizações, torna possível analisar variáveis de interesse para os decisores organizacionais – como sejam o clima e a cultura –, sobre as quais um parco conhecimento tende a traduzir-se na limitação da capacidade de compreender e/ou intervir no sentido de otimizar situações que impactam diretamente sobre os resultados organizacionais. Esta investigação teve, então, por objetivo estudar o clima e cultura organizacionais dos alunos do Curso de Mestrado em Aeronáutica Militar (CMAM) e do Estágio Técnico Militar (ETM) ministrados pela Academia da Força Aérea (AFA), por forma a averiguar a existência de diferenças e a identificar “tipologias” dominantes. Para tal, foi analisada uma amostra de 244 alunos (90% da população), com recurso aos instrumentos Organizational Climate Measure (OCM) e Organizational Culture Assessment Instrument (OCAI), baseados no modelo dos valores contrastantes. Dos resultados discutidos, concluiu-se que existem diferenças significativas entre o CMAM e ETM nos modelos de relações humanas e de cultura hierárquica, e entre o 1.º ano e os restantes anos do CMAM em praticamente todos os modelos estudados (sendo exceção o dos processos internos). Concluiu-se, igualmente, que, à parte do 1.º ano, apenas não existem diferenças em relação ao modelo de processos internos. As evidências encontradas permitiram, ainda, constatar que o clima e a cultura dominantes caracterizam-se pelos modelos de processos internos (cultura hierárquica) e objetivos racionais (cultura de mercado), sendo a AFA caracterizada por traços culturais identitários de uma organização
- Clima e cultura organizacionais na Academia da Força AéreaPublication . Paim, Sandro Avelino TosteEntender o comportamento das pessoas nas organizações, torna possível analisar variáveis de interesse para os decisores organizacionais – como sejam o clima e a cultura –, sobre as quais um parco conhecimento tende a traduzir-se na limitação da capacidade de compreender e/ou intervir no sentido de otimizar situações que impactam diretamente sobre os resultados organizacionais. Esta investigação teve, então, por objetivo estudar o clima e cultura organizacionais dos alunos do Curso de Mestrado em Aeronáutica Militar (CMAM) e do Estágio Técnico Militar (ETM) ministrados pela Academia da Força Aérea (AFA), por forma a averiguar a existência de diferenças e a identificar tipologias dominantes. Para tal, foi analisada uma amostra de 244 alunos (90% da população), com recurso aos instrumentos Organizational Climate Measure (OCM) e Organizational Culture Assessment Instrument (OCAI), baseados no modelo dos valores contrastantes. Dos resultados discutidos, concluiu-se que existem diferenças significativas entre o CMAM e ETM nos modelos de relações humanas e de cultura hierárquica, e entre o 1.º ano e os restantes anos do CMAM em praticamente todos modelos estudados (sendo exceção o dos processos internos). Concluiu-se, igualmente, que, à parte do o 1.º ano, apenas não existem diferenças em relação ao modelo de processos internos. As evidências encontradas permitiram, ainda, constatar que o clima e a cultura dominantes caracterizam-se pelos modelos de processos internos (cultura hierárquica) e objetivos racionais (cultura de mercado), sendo a AFA caracterizada por traços culturais identitários de uma organização militar orientada para a tarefa, para a exigência e para a ênfase em ganhar.
- Flexibilizar o serviço na Força Aérea: um estudo exploratório da conciliação trabalho-vida dos/as militares da Força AéreaPublication . Ramos, Luís Miguel SilvaO mundo adotou em 2020 um conjunto de medidas para conter a pandemia COVID-19. A Força Aérea foi uma das instituições que introduziram o teletrabalho, abrangendo o pessoal civil e o pessoal militar. Após o levantamento da restrição obrigatória de teletrabalho, a maioria das pessoas regressaram aos locais de trabalho. Porém, a necessidade de manter uma boa conciliação trabalho-vida veio alterar o paradigma tradicional do trabalho. Assim, o presente estudo tem como objetivo avaliar a viabilidade de implementação de um regime flexível do serviço na Força Aérea. As medidas de flexibilização estudadas foram o teletrabalho, o horário flexível e a semana condensada de trabalho. Em termos metodológicos, a investigação assume um desenho exploratório baseado num estudo de caso, recorrendo a uma abordagem qualitativa em que foram conduzidas nove entrevistas semiestruturadas aos/às militares da Força Aérea. O método de análise utilizado foi a análise temática de Braun e Clarke (2006). Os resultados apuraram uma viabilidade positiva condicional para a implementação de um regime flexível na Força Aérea. Destaca-se o desejo dos/as participantes por regimes híbridos que combinem o serviço presencial com telesserviço ou horário flexível. Por fim, os resultados sugerem que a viabilidade está limitada pela escassez de recursos humanos e pela natureza incompatível de determinadas funções com os regimes flexíveis. As conclusões deste estudo são relevantes pois realçam a necessidade de diretrizes claras relativamente ao recurso de regimes flexíveis por militares. Assim, este estudo poderá fornecer uma base para a mudança da legislação na Força Aérea.
- Flexibilizar o serviço na Força Aérea: um estudo exploratório da conciliação trabalho-vida dos/as militares da Força AéreaPublication . Ramos, Luís Miguel SilvaO mundo adotou em 2020 um conjunto de medidas para conter a pandemia COVID-19. A Força Aérea foi uma das instituições que introduziram o teletrabalho, abrangendo o pessoal civil e o pessoal militar. Após o levantamento da restrição obrigatória de teletrabalho, a maioria das pessoas regressaram aos locais de trabalho. Porém, a necessidade de manter uma boa conciliação trabalho-vida veio alterar o paradigma tradicional do trabalho. Assim, o presente estudo tem como objetivo avaliar a viabilidade de implementação de um regime flexível do serviço na Força Aérea. As medidas de flexibilização estudadas foram o teletrabalho, o horário flexível e a semana condensada de trabalho. Em termos metodológicos, a investigação assume uma abordagem qualitativa e um desenho de pesquisa de um estudo de caso de natureza exploratória em que foram conduzidas nove entrevistas semiestruturadas aos/às militares da Força Aérea. O método de análise utilizado foi a análise temática de Braun e Clarke (2006). Os resultados apuraram uma viabilidade positiva condicional para a implementação de um regime flexível na Força Aérea. Destaca-se o desejo dos/as participantes por regimes híbridos que combinem o serviço presencial com telesserviço ou horário flexível. Por fim, os resultados sugerem que a viabilidade está limitada pela escassez de recursos humanos e pela natureza incompatível de determinadas funções com os regimes flexíveis. As conclusões deste estudo são relevantes pois realçam a necessidade de diretrizes claras relativamente ao recurso de regimes flexíveis por militares. Assim, este estudo poderá fornecer uma base para a mudança da legislação na Força Aérea.
- Predição de liderança emergente: estudo de caso num exercício de campo na Academia da Força Aérea PortuguesaPublication . Azevedo, Paulo Jorge TeixeiraEste trabalho de investigação tem como principal objetivo analisar as variáveis preditoras da Liderança Emergente em alunos participantes num exercício de campo na Academia da Força Aérea. Concretamente, foi analisado o papel preditor das variáveis Traços de Personalidade, Auto Liderança e Competências de Liderança na variável Liderança Emergente. Por forma a conduzir esta investigação, realizou-se um estudo com uma metodologia quantitativa, com uma natureza correlacional, tirando conclusões através da interpretação de dados obtidos através de um inquérito por questionário a alunos e de uma grelha de avaliação de competências fornecida pelos avaliadores. A amostra foi composta por 92 alunos, tanto civis como militares participantes nos exercícios de campo em questão. Os resultados obtidos confirmam que a variável Competências de Liderança tem um papel preditivo de extrema importância para com a variável Liderança Emergente. À semelhança da literatura existente as competências relacionadas com a dimensão indivíduo foram as que obtiveram uma melhor relação com a variável dependente, com destaque para as competências Ascendência e Tomada de Decisão. Foi ainda possível confirmar a moderação da variável Experiência de Liderança na relação entre a variável Competências de Liderança e Liderança Emergente. Este trabalho de investigação permitiu aferir quais as principais variáveis que poderão permitir a um indivíduo emergir enquanto líder num grupo, fornecendo desta forma dados concretos sobre as principais áreas com necessidades de melhoria na formação de liderança, no âmbito militar e no âmbito organizacional civil.
- Predição de liderança emergente: estudo de caso num exercício de campo na Academia da Força Aérea PortuguesaPublication . Azevedo, Paulo Jorge TeixeiraEste trabalho de investigação tem como principal objetivo analisar as variáveis preditoras da Liderança Emergente em alunos participantes num exercício de campo na Academia da Força Aérea. Concretamente, foi analisado o papel preditor das variáveis Traços de Personalidade, Auto Liderança e Competências de Liderança na variável Liderança Emergente. Por forma a conduzir esta investigação, realizou-se um estudo com uma metodologia quantitativa, com uma natureza correlacional, tirando conclusões através da interpretação de dados obtidos através de um inquérito por questionário a alunos e de uma grelha de avaliação de competências fornecida pelos avaliadores. A amostra foi composta por 92 alunos, tanto civis como militares participantes nos exercícios de campo em questão. Os resultados obtidos confirmaram que a variável Competências de Liderança tem um papel preditivo de extrema importância para com a variável Liderança Emergente. À semelhança da literatura existente as competências relacionadas com a dimensão indivíduo foram as que obtiveram uma melhor relação com a variável dependente, com destaque para as competências Ascendência e Tomada de Decisão. Foi ainda possível confirmar a moderação da variável Experiência de Liderança na relação entre a variável Competências de Liderança e Liderança Emergente. Este trabalho de investigação permitiu aferir quais as principais variáveis que poderão permitir a um indivíduo emergir enquanto líder num grupo, fornecendo desta forma dados concretos sobre as principais áreas com necessidades de melhoria na formação de liderança, no âmbito militar e no âmbito organizacional civil.
