Percorrer por autor "Pires, Maria"
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- Barreiras à prevenção e ao combate dos maus tratos infantis:Publication . Guarda-Rodrigues, Joana; Lemos, Odete; Pastorinho, Ana; Santos, Susana; Luz, Silvia; Pires, Maria
- Da resiliência à transformação pedagógica: o que aprendemos com os desafios?Publication . Pires, Maria; Lopes, Tiago; Gonçalves, Ana; Gonçalves, Susana Filipa; Calisto, Maria; Carvalho, Luísa Cagica; Andraz, Georgette; Pereira, RosáriaDa resiliência à transformação pedagógica: o que aprendemos com os desafios? Práticas pedagógicas no ensino superior em Portugal. Foi este o mote para a realização do III Encontro de Reflexão e Partilha Pedagógica em Ciências Sociais, ancorado na parceria entre a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE), Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo (ESGHT) da Universidade do Algarve e a Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE) do Instituto Politécnico de Setúbal. O contexto pandémico exigiu a todas as instituições de ensino superior uma rápida – e, diga-se, praticamente abrupta – resposta pela manutenção das suas práticas profissionais. Impôs um desmesurado sentido de resiliência por parte de todos os envolvidos no processo pedagógico, travando métodos e estratégias comuns a todos os eixos da cadeia de ensino, e expondo a emergência de novas ferramentas de ensino-aprendizagem e metodologias que garantissem o cumprimento do seu objetivo primordial – a contínua capacitação dos discentes. Não só os cenários e condições de prática mudaram, como os players deste processo saíram transformados. A resiliência demonstrada implicou a revisão de lógicas educativas, a criação de novas ferramentas e instrumentos de suporte, a revisão de conteúdos científicos, a capacitação tecnológica de todos os envolvidos, e uma maior familiarização com os ritmos de aprendizagem de cada um – quer docentes, quer discentes. Neste sentido, e apesar de todas as dificuldades sentidas, resultam desta catástrofe novos horizontes e perspetivas para os profissionais de educação. É neste contexto que de uma perspetiva reflexiva e otimista sobre a transformação pedagógica, se exploram nesta publicação algumas das respostas encontradas pelos autores para os recentes desafios pedagógicos que têm surgido no ensino superior. Acredita-se que estas estratégias adotadas possam vir a ser adaptadas e disseminadas noutros contextos no ensino, numa perspetiva de valorização de práticas pedagógicas.
- Do manuscrito à mesa. Cozinhar receitas do século XVIIIPublication . Freire, Dulce; Pires, Maria; Bonacho, RicardoCentenas de receitas culinárias do século XVIII e duas questões: como cozinhá-las seguindo as atuais exigências de alimentação saudável, saborosa e sustentável? Como trazer para a mesa receitas que estiveram encerradas durante 300 anos num manuscrito? Para procurar respostas, a equipa do projeto ReSEED desafiou os estudantes da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) a reinterpretar as receitas registadas, nos inícios do século XVIII, por Francisco Borges Henriques. A colaboração desenrolou- -se no âmbito do projeto “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades?”, iniciado no ano letivo 2019/2020.
- A importância da Literacia em Saúde da população Idosa PortuguesaPublication . Lages, Catarina; Costa, Daniela; Graça, Guida; Matias, Sandrine; Pires, Maria; Valido, SusanaA literacia em saúde está intimamente ligada à capacitação e à promoção da saúde, por forma a promover uma boa saúde. Níveis inadequados de literacia em saúde podem ter consequências significativas tanto a nível individual como coletivo, contribuindo para disparidades na saúde e influenciando a gestão de recursos e ganhos em saúde. No panorama português, verifica-se uma maior proporção de inadequação de literacia em saúde entre os idosos (65 ou mais anos) dificultando o acesso, compreensão, avaliação e aplicação da informação relacionada com a saúde, o que os coloca numa posição particularmente vulnerável, comprometendo o envelhecimento saudável. Objetivos: conhecer e analisar o estado da arte, do ponto de vista teórico, dos processos de literacia entre os idosos e no impacto sobre a sua saúde, bem como refletir sobre as estratégias para aumentar a literacia em saúde neste subgrupo da população. Metodologia: Revisão narrativa da literatura, de forma a realizar-se uma análise crítico-reflexiva. Para a obtenção de literatura seguiu-se uma estratégia de pesquisa que incluiu o Google Académico, bem como o acesso a sites governamentais e de sociedades científicas nacionais pertinentes. Utilizamos os termos "health literacy", "elderly" e "empowerment" para direcionar a pesquisa. Além disso, foram consultados livros técnicos sobre o tema. Conclusões: Existe uma relação significativa entre o nível inadequado de literacia em saúde e a mortalidade mais elevada entre os idosos. A promoção da literacia em saúde nessa faixa etária não apenas capacita os indivíduos para o autocuidado, mas também contribui para sistemas mais eficazes e comunidades mais saudáveis. Os enfermeiros desempenham um papel importante como agentes na promoção da literacia em saúde, desenvolvendo iniciativas que capacitam os cidadãos e promovem a adoção de estratégias adequadas, incluindo melhorias na comunicação e na minimização de fatores preditivos de baixo nível de literacia.
