Percorrer por autor "Pintado, Ana Sofia da Silva"
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- Consciencialização e consumo de tabaco aquecido entre os estudantes do 3º ano da Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRLPublication . Pintado, Ana Sofia da Silva; Silva, Patrícia Cavaco; Tavares, Duarte Pedro de SousaObjetivo: calcular a prevalência do consumo de tabaco aquecido entre os estudantes do 3.º ano da Egas Moniz e identificar os fatores que influenciam o consumo de tabaco aquecido. Enquadramento: o tabaco aquecido utiliza um dispositivo que aquece o tabaco para formar um aerossol que contém nicotina, ao invés de o queimar como ocorre com o tabaco de combustão. Este conceito surgiu em 1988, contudo apenas nos últimos anos se registou um aumento exponencial do interesse do público, com a introdução dos mais recentes produtos de tabaco aquecido (PTA) no mercado. Materiais e Métodos: foi aplicado um questionário adaptado do Global Heatlh Professional Students Survey (GHPSS) da OMS entre maio e julho de 2019 à população em estudo. Posteriormente, foi realizada uma análise exploratória dos dados que facultou informação descritiva, e aplicado um modelo de regressão logística para determinar os fatores que influenciam os estudantes a consumir tabaco aquecido. Resultados e Discussão: 19,93% dos estudantes fumam; 6,87% fumam tabaco aquecido e 13,06% fumam tabaco de combustão. O estudante com maior probabilidade de fumar PTA foi aquele com idade mais avançada, que considera que os PTA não devem ser proibidos em locais públicos fechados, que não sabe se o tabaco aquecido é mais ou menos prejudicial para a saúde comparado com o tabaco de combustão, e que não sabe, ou não concorda, que substituir o tabaco de combustão por um PTA seja uma abordagem de cessação tabágica. Conclusão: este estudo pioneiro e de carácter exploratório demonstrou que o consumo de PTA é um problema atual de saúde pública, nomeadamente entre os estudantes universitários, e que constitui um obstáculo à cessação tabágica, fazendo parte da missão dos profissionais de saúde atuar no combate a esta epidemia. No entanto, são necessários mais estudos, principalmente a longo prazo, para aprofundar o conhecimento nesta área.
