ESEC – Trabalhos de Projeto | Relatórios de Estágio | Projetos de Investigação
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Browsing ESEC – Trabalhos de Projeto | Relatórios de Estágio | Projetos de Investigação by advisor "Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-"
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- O a,b,c do professorPublication . Marques, Fernanda Baeta; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-O relatório que se apresenta constitui uma síntese das atividades de estágio em 1.º e 2.º CEB desenvolvidas no âmbito das unidades curriculares Prática Educativa: Estágio 1.º CEB e Prática Educativa: Estágio 2.º CEB, do 2.º ano do curso de Mestrado em Ensino dos 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico. Este relatório procura descrever, analisar e refletir sobre as experiências formativas mais significativas vivenciadas nos contextos do 1.º e do 2.º Ciclo do Ensino Básico. A experiência de estágio proporcionou uma continuidade educativa entre as duas valências e permitiu a comparação entre estes dois níveis de ensino, espelhando as semelhanças e as diferenças entre o ensino no 1.º Ciclo e o ensino no 2.º Ciclo do Ensino Básico. Partindo de um conjunto de referenciais teóricos que são comuns ao nível de educação designado por Educação Básica, são analisados os contextos de intervenção, são fundamentadas as práticas e refletidas as ações pedagógicas e didáticas mais significativas.
- Agora, é hora de comunicar!: relatório finalPublication . Santos, Ana Rute Machado; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-O relatório apresentado reflete as atividades desenvolvidas nos estágios supervisionados no 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, evidenciando-se três dimensões formativas inerentes ao estágio: descritiva, reflexiva e investigativa. Na componente descritiva são caracterizados os contextos nos quais intervim pedagogicamente quer no 1.º CEB, quer no 2.º CEB, provendo-se com base neles a fundamentação das respetivas escolhas pedagógicas mais adequadas a cada prática de intervenção. Na componente reflexiva, quer no 1.º CEB, quer no 2.º CEB são analisadas e refletidas as práticas de intervenção, designadas neste relatório por experiências-chave. Por último, neste documento, é desenvolvida a componente de investigação. O estudo incide sobre as representações dos professores do 1º e 2º CEB acerca da importância das suas capacidades comunicacionais no contexto pedagógico. Os principais resultados evidenciam que os professores valorizam as competências comunicacionais na sala de aula, percebendo a influência e a importância da sua comunicação assertiva, no desempenho escolar dos seus alunos.
- Aprender e aprender a ensinar a caminho da profissionalidadePublication . Viveiros, Ana Isabel Vieira; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-O presente Relatório é o resultado do trabalho realizado durante a Prática Educativa nos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, no âmbito do Mestrado em Ensino dos 1.º e 2.º CEB. Este Relatório é composto por três partes. Na primeira parte é apresentada a investigação referente ao conhecimento dos/as alunos/as de uma turma do 6.º ano sobre fontes históricas, bem como o contributo para as suas aprendizagens na disciplina de História e Geografia de Portugal. Inicialmente, faço uma abordagem teórica sobre fontes históricas, abrangendo o conhecimento histórico e recorrendo aos fundamentos de vários autores/as, para, de seguida, analisar, interpretar e concluir se as fontes históricas influenciam significativamente a aprendizagem dos/as alunos/as do 2.º Ciclo na disciplina de HGP. Na segunda e terceira partes, apresento as minhas experiências nos estágios em 1.º e 2.º CEB, referindo os contextos de intervenção, a Escola e a Turma. Em relação ao 1.º Ciclo do Ensino Básico são, ainda, apresentadas duas experiências-chave, referentes às “Estratégias de controlo do comportamento dos/as alunos/as” e “A aprendizagem de uma criança com Necessidades Educativas Especiais (NEE), no contexto de uma Educação inclusiva”, devido à pertinência destas matérias no contexto educativo. No 2.º Ciclo do Ensino Básico destacam-se as particularidades de cada um dos quatro domínios científicos: História e Geografia de Portugal, Matemática, Português e Ciências Naturais, fazendo-se a fundamentação e a reflexão sobre as práticas educativas.
- Aprender ensinando: o início de um percurso profissional: relatório finalPublication . Maia, Daniela Pereira; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-O presente relatório pretende evidenciar o percurso formativo realizado nos estágios supervisionados em 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, no âmbito do curso de Mestrado em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico. Este documento começa pela apresentação da componente investigativa, que consistiu na análise de manuais escolares de História e Geografia de Portugal do 5.º e 6.º ano de escolaridade, procurando identificar, nestes recursos educativos, a presença de fontes históricas. A segunda parte, é constituída pelas diversas componentes relativas ao estágio realizado no 1.º Ciclo do Ensino Básico, sendo elas, a caracterização do contexto onde decorreu o estágio, a fundamentação das práticas realizadas e duas experiências-chave relacionadas com práticas vividas durante o estágio. Na terceira parte, caracteriza-se o contexto do estágio no 2.º Ciclo do Ensino Básico, bem como se fundamentam e refletem as práticas relativas a cada um dos quatro domínios do saber: Matemática, História e Geografia de Portugal, Português e Ciências Naturais. Por fim, faz-se a reflexão global sobre as aprendizagens efetuadas ao longo de todo o percurso, o qual me permitiu evoluir pessoal e profissionalmente.
- Artefactos e aprendizagemPublication . Almeida, Catarina Andreia Semedo; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-O Relatório Final “Artefactos e Aprendizagem” pretende, fundamentalmente, descrever de forma sucinta o trabalho desenvolvido ao longo da Prática de Ensino Supervisionada em 1º e Prática de Ensino Supervisionada em 2º Ciclos do Ensino Básico, de um curso de Mestrado em Ensino do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico da ESEC. Este relatório denominado “Artefactos e Aprendizagem”, envolve quatro partes e tem subjacentes as seguintes ideias: “o processo de ensino e aprendizagem é mediado por artefactos e há tendência para subestimar a complexidade de explorar este potencial e especificadamente a complexidade do papel do professor a orquestrar o processo de ensino e aprendizagem” (Bussi & Mariotti, 2008, citado em Mariotti, 2014); “não se pode esperar que as crianças descubram ideias matemáticas apenas por lhes disponibilizarmos materiais para explorar, é também necessário desenvolver capacidades para converter de uma modalidade para a outra o que depende provavelmente, tanto de capacidades individuais como de experiências educativas” (Dowker, 2005, citado em Björklund, 2014). Na primeira parte deste Relatório Final (Capítulo I a VI) apresenta-se um estudo de natureza qualitativa cujas questões de investigação foram: Como é que os alunos do primeiro ano do 1º CEB compreendem conceitos de valor posição, usando diferentes artefactos (quadro de valor de posição, palitos, material multibásico, mãos e dedos, problemas de palavras, colar de contas, reta numérica)?; Que oportunidades de ensino e aprendizagem este contexto ofereceu?. Os resultados desta investigação apontam que conceitos de valor de posição foram fomentados pela compreensão pelos alunos do conceito de dezena e que “o conceito de dezena ainda está em construção”. O contexto do estudo deu oportunidade aos alunos de desenvolver o sentido do número, nos aspetos de contagem, numerosidade e medida. O aprofundamento de conhecimentos científicos, pedagógicos e curriculares e competências em pensamento reflexivo da investigadora, foram desenvolvidos neste contexto. Na segunda parte do Relatório Final (Capítulo VII a IX), descreve-se a Prática de Ensino Supervisionada em 1º Ciclo do Ensino Básico, onde a organização das atividades à Prática Profissional no 1º Ciclo do Ensino Básico, a caraterização do contexto de intervenção, a fundamentação orientadora das Práticas Pedagógicas em 1º CEB e duas Experiências-chave (“Transtorno do deficit de atenção com Hiperatividade (TDAH) na sala de aula” e “Reforço no comportamento e aprendizagem dos alunos”) são descritas. A terceira parte do Relatório Final (Capítulo X a XI), refere-se à Prática de Ensino Supervisionada em 2º Ciclo do Ensino Básico, que envolveu quatro domínios: Português, Ciências Naturais, Matemática e História e Geografia de Portugal. Para cada um dos domínios é apresentada a fundamentação das práticas e reflexão sobre a prática. Considerações Finais sobre as aprendizagens desenvolvidas pela estagiária durante a elaboração deste Relatório Final, estarão na quarta parte do Relatório Final.
- Brincar com as ciências e a aquisição de competênciasPublication . Reis, Diogo Alexandre Lopes dos; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-Este relatório final, que tem como título «“Brincar com as Ciências” e a Aquisição de Competências», inclui uma investigação em que se procura alertar para as reais aprendizagens efetuadas nas Atividades de Enriquecimento Curricular/AEC, que são um complemento ao Currículo Nacional, mas que têm uma componente mais lúdica e, assim, os alunos conseguem desenvolver diferentes competências. Sendo já profissionalizado no 1.º Ciclo, só necessitei de fazer a introdução à prática supervisionada no 2.º Ciclo do Ensino Básico/CEB. Neste sentido, estruturei o relatório em dois capítulos, que se subdividem em vários tópicos. No CAPÍTULO I, é apresentada a componente investigativa, que foi desenvolvida no âmbito das Ciências. Este capítulo divide-se em duas partes: na primeira parte, faz-se o enquadramento teórico do tema trabalhado; e na segunda parte, define-se uma metodologia, para a implementação, em contexto escolar, do projeto acima mencionado. Com este projeto procurou-se perceber, em turmas de AEC no 1.º CEB e numa zona urbana, a real aquisição de competências, por parte dos alunos, através de um plano anual de atividades. Também se testou algumas das atividades e a sua avaliação, numa outra escola. Através do levantamento e da análise das avaliações trimestrais dos alunos, verificou-se que estes, na sua maioria: mantiveram um comportamento razoável e constante, embora, por vezes, este pudesse condicionar o desenvolvimento das atividades; mostraram-se empenhados e participaram em todas as atividades propostas; evoluíram positivamente nos quesitos de capacidade de observação, de raciocínio lógico e de aplicação de conhecimentos; e demostraram uma otimização da cooperação, com os restantes colegas, bem como uma crescente autonomia, na realização das tarefas apresentadas. No CAPÍTULO II, é exposta a iniciação à prática profissional no 2.º Ciclo do Ensino Básico, onde se caracteriza a escola e as turmas com que se trabalhou, e se apresenta a fundamentação e a reflexão sobre os quatro domínios do saber que foram lecionados, sendo eles, o Português, a Matemática, a História e Geografia de Portugal e as Ciências Naturais. Deste estágio no 2.º CEB, é importante salientar o gosto e a dedicação que os alunos demonstraram pelas disciplinas de HGP e CN. Como também foi crucial a interajuda que se verificou, perante as dificuldades manifestadas, nas disciplinas de Português e Matemática.
- Uma caminhada repleta de aprendizagens: relatório finalPublication . Monteiro, Sílvia Daniela Pinheiro; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-O presente relatório traduz as experiências de estágio supervisionadas, realizadas no âmbito das unidades curriculares de Prática Educativa em 1.º e em 2.º Ciclo do Ensino Básico. Neste documento é retratado o meu percurso de aprendizagem, evidenciando as dimensões descritiva, reflexiva e investigativa. Deste modo, na primeira parte é apresentada a componente investigativa, na qual se pretendeu avaliar o modelo de inclusão dos/as alunos/as surdos/as na escola de estágio, através das representações dos intervenientes (alunos-surdos e professores regulares de turma). As principais conclusões apontam para uma cultura de inclusão estabelecida na escola. No entanto, é assinalado que há necessidade de aprofundar a cultura de inclusão e de que os meios para a aprofundar ultrapassam as competências dos/as professores/as e da escola. Na segunda parte, configura-se o estágio em 1.º Ciclo do Ensino Básico. É caraterizado o contexto educativo, e com base neste, apresentam-se as estratégias orientadoras da ação educativa e são refletidas duas das experiências (experiências-chave) que mais marcaram o meu desenvolvimento profissional. Na terceira parte, carateriza-se o contexto de intervenção em 2.º Ciclo do Ensino Básico. Este estágio incluiu quatro domínios do saber: História e Geografia de Portugal, Matemática, Português e Ciências Naturais. Para cada um dos referidos domínios estabelece-se a fundamentação das intervenções em estágio e reflete-se sobre as mesmas. Na parte final apresenta-se uma reflexão global sobre os ganhos profissionais adquiridos ao longo dos estágios em 1.º e em 2.º Ciclos.
- O caminho para a docênciaPublication . Alves, Joana Patricia Oliveira; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-O presente relatório tem por objetivo descrever as tarefas e as atividades por mim desenvolvidas, nos estágios realizados no âmbito do Mestrado em Ensino dos1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico da Escola Superior de Educação de Coimbra. Este documento apresenta uma pequena investigação no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal, a qual teve por finalidade averiguar a importância da utilização de recursos diversificados nas aulas de História. Procura-se também realçar a organização das atividades de iniciação à prática profissional no 1º e 2ºciclos, explicitando as caraterísticas dos contextos de estágio, para além de apresentar a fundamentação das práticas letivas desenvolvidas, a especificação das diferentes atividades de intervenção letiva e, por fim, a reflexão em torno de todo o itinerário de formação. No que respeita ao 1.º Ciclo do Ensino Básico destacam-se, ainda, as experiências-chave referentes à “gestão pedagógica da sala de aula” e à “importância da atividade experimental no 1.º ciclo” dada a sua relevância no contexto de estágio. No 2.º Ciclo do Ensino Básico evidenciam-se as especificidades de cada um dos quatro domínios de formação.
- A compreensão na aprendizagemPublication . Almeida, Carina Madalena Pires Almeida; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Pires, Natália de Jesus Albino, 1970-O Relatório Final “A Compreensão na Aprendizagem”, pretende descrever de forma sucinta a Prática de Ensino Supervisionada em 1.º CEB e em 2.º CEB e uma pequena investigação, no âmbito do Curso de Mestrado em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico. O Relatório tem subjacente a ideia de que a aprendizagem com compreensão é uma das mais importantes metas para todos os alunos em todos os conteúdos. Contudo a realização daquela meta tem sido problemática, especialmente no domínio da matemática (Stylianides & Stylianides, 2007). Um aluno que compreende pode responder, não só a questões que estão inseridas no manual, mas também usar isso para novas tarefas. Quanto mais profunda for a compreensão mais se pode generalizar o conhecimento. Sempre que se tiver compreendido é também mais fácil explicar o conhecimento aos outros. Por outras palavras alguém que compreende pode ensinar (Gardenfors, 2004). Este Relatório tem então como principal objetivo analisar o meu percurso de formação, numa atitude crítica e reflexiva relativa às aprendizagens vivenciadas e envolve quatro partes. Na primeira parte (Capítulos I a V) é apresentado um pequeno estudo de natureza qualitativa, cujo tema é A compreensão da reta numérica em alunos do 4.º ano do Ensino Básico com os seguintes objetivos: compreender a perceção que os alunos do 4.º ano do Ensino Básico têm sobre “o que é uma reta numérica?” e identificar tarefas que possibilitem apoiar o pensamento de alunos na localização de racionais não negativos na reta numérica. Os resultados deste estudo apontam que a perceção dos alunos sobre “o que é uma reta numérica?” se concentram em respostas cuja qualidade: estão associadas a uma linha específica; frases específicas e outras frases que indicam qual é a função da reta numérica, isto é, para que é que ela serve; respostas que poderiam associar ações numa linha numérica; e respostas de qualidade indecifrável. Identificaram-se ainda 6 tarefas que parecem poder possibilitar o apoio ao pensamento de alunos na localização de racionais não negativos na reta numérica, bem como fomentar aprendizagens que vão ao encontro da diminuição de conceções erróneas dos alunos. A segunda parte deste Relatório Final (Capítulos de VI a VIII) refere-se à Prática de Ensino Supervisionada em 1.º CEB, onde são descritas: a organização das atividades de iniciação à prática profissional, a caracterização do texto de intervenção, a fundamentação orientadora das práticas pedagógicas e duas experiências-chave (Comunicação e Relação da Professora com os Alunos e As Dificuldades dos Alunos e o Algoritmo da Divisão). Na terceira parte do Relatório Final (Capitulo IX e X) descreve-se a Prática de Ensino Supervisionada em 2.º CEB. Esta prática envolveu, fundamentalmente, quatro domínios do saber: Português, Ciências da Natureza, História e Geografia de Portugal e Matemática. Para cada domínio é apresentada a fundamentação da prática e a reflexão sobre a prática. Para finalizar, são feitas algumas considerações sobre: as vivências efetuadas ao longo da Prática de Ensino Supervisionada em 1.º e 2.º CEB; as aprendizagens desenvolvidas durante a investigação implementada e a elaboração deste Relatório Final.
- As conceções das crianças acerca da funcionalidade da linguagem escrita e a predisposição para o domínio da leitura e da escritaPublication . Cardoso, Ludgero Nuno Soares; Rato, Virgílio José Monteiro, 1964-; Costa, Maria da Conceição Monteiro da, 1948-; Neves, Maria de Fátima Fernandes das, 1952-; Albuquerque, Ana Maria Mendes de, 1950-; Xavier, Lola Geraldes, 1973-O presente documento, desenvolvido no âmbito da disciplina de Prática Educativa do curso de Mestrado em Ensino dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Coimbra, visa dar a conhecer o trabalho desenvolvido nos estágios supervisionados em 1.º e em 2.º CEB. Neste relatório evidenciam-se as dimensões experienciadas em cada um dos estágios referidos: descritiva, reflexiva e investigativa. A construção deste trabalho exigiu uma divisão em três partes. Na parte I é apresentada uma investigação feita através da análise de dados recolhidos por entrevista numa turma do 1.º ano de escolaridade. A investigação teve como objetivo descobrir se os alunos que têm experiências de pré-leitura mais ricas são também aqueles que apresentam mais facilidade nas atividades iniciais de leitura e escrita. Conclui-se que a variedade de sítios em que a leitura ocorre e número de pessoas diferentes que leem à volta das crianças não têm maior influência no processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita, do que a regularidade com que as crianças ouvem alguém ler e a reflexão que fazem sobre essas leituras e os ensinamentos que advém dela. As partes II e III dizem respeito às experiências de ensino vivenciadas no contexto do 1.º e 2.º CEB, respetivamente. Tendo em conta o contexto de intervenção, também descrito neste documento, são fundamentadas as experiências pedagógicas, bem como reflexões em torno das mesmas. No 2.º CEB, a prática letiva foi desenvolvida nas seguintes áreas disciplinares: Português, Matemática, História e Geografia de Portugal e Ciências Naturais. Por fim, na parte IV, reflete-se sobre a iniciação à prática profissional durante este período de formação, baseada nas experiências adquiridas em ambos os Ciclos do Ensino Básico.
