ISLA Santarém - Instituto Politécnico
URI permanente desta comunidade:
O ISLA Santarém - Instituto Politécnico, criado em 1984, é um estabelecimento de ensino superior politécnico privado, vocacionado para o ensino, a investigação orientada e a prestação de serviços, que através da articulação do estudo, da docência, da investigação e da animação social se integra na vida da sociedade, prosseguindo a sua atividade, atenta especialmente ao desenvolvimento cultural, científico e técnico da região de Santarém. A oferta educativa do ISLA Santarém integra cursos técnicos superiores profissionais, licenciaturas e mestrados, a par de cursos de cursos de formação pós-graduada e MBA´s.
www.islasantarem.ptNavegar
Percorrer ISLA Santarém - Instituto Politécnico por orientador "Farinha, João"
A mostrar 1 - 5 de 5
Resultados por página
Opções de ordenação
- “Balanced Scorecard nas PME´s portuguesas como ferramenta da Gestão Estratégica.”Publication . Mafalda Nunes; Farinha, JoãoEste estudo investiga a aplicação do Balanced Scorecard (BSC) como ferramenta de gestão estratégica nas Pequenas e Médias Empresas (PME) portuguesas. A problemática centra-se na aparente subutilização do BSC nestas organizações, apesar do seu reconhecido potencial estratégico. O objetivo principal foi analisar se o BSC é uma ferramenta eficaz e viável para apoiar a tomada de decisão e o alinhamento estratégico nas PME. A metodologia adotada foi de natureza quantitativa, baseada num questionário, aplicado a uma amostra de 270 participantes. A recolha de dados permitiu avaliar a perceção, adoção, benefícios e limitações associadas à implementação do BSC. Os resultados indicam que, embora o BSC seja amplamente reconhecido como eficaz, a sua utilização prática é limitada: apenas 11,1% dos respondentes confirmaram aplicá-lo nas suas empresas. A escassez de recursos e a resistência à mudança foram apontadas como principais barreiras. Ainda assim, a maioria dos inquiridos considera relevante a implementação do BSC. A discussão revela que estes resultados estão alinhados com estudos prévios, mas acrescentam evidência empírica ao contexto português, sublinhando a necessidade de adaptação do BSC à realidade das PME. Conclui se que o BSC pode ser um valioso instrumento de gestão estratégica, desde que adaptado à escala, recursos e maturidade organizacional das PME em Portugal.
- O Impacto da Liderança na Inteligência Produtiva dos ColaboradoresPublication . Eva Reis; Farinha, JoãoTendo em conta o contexto organizacional atual e face aos desafios a que as organizações são sujeitas nas diversas áreas, é primordial, cada vez mais, o papel da liderança e a relação do líder com os colaboradores. Sendo os recursos humanos o bem mais precioso para as organizações, cabe ao líder motivar, influenciar e orientar os seus liderados no caminho que os levará na direção certa para alcançar os objetivos e metas para a organização. Neste sentido, esta investigação centra-se na relação entre o líder e os seus liderados, visando compreender a influência da liderança na inteligência produtiva dos colaboradores. Partiu-se da seguinte pergunta de investigação: Terá o estilo de liderança impacto na inteligência produtiva dos colaboradores? Só com colaboradores motivados e comprometidos, se consegue que o seu desempenho seja elevado e os resultados sejam os desejados, mas para isso, o líder tem a difícil tarefa de atuar nesse sentido.
- O Impacto das Ferramentas de Gestão nas OrganizaçõesPublication . Militão, Nuno; Farinha, JoãoEste estudo investiga o impacto das ferramentas de gestão nas micro e pequenas empresas em Portugal, considerando o seu papel crucial no crescimento económico e na criação de empregos. Pretende-se avaliar qual o impacto das ferramentas de gestão nas organizações, identificar quais as ferramentas de gestão mais utilizadas e aferir se existe uma relação positiva entre a intensidade de utilização das ferramentas de gestão e a performance alcançada pelas empresas. A metodologia adotada envolve uma revisão bibliográfica para identificar conceitos e teorias relevantes, bem como um inquérito online dirigido aos trabalhadores por conta de outrem. A análise dos dados será realizada através de técnicas estatísticas O estudo revela-nos que a maioria dos inquiridos reconhece a importância e utiliza ferramentas de gestão, sendo que a ferramenta de gestão mais conhecida e mais utilizada é a Análise SWOT. O estudo revela-nos também, que ainda existem barreiras significativas para a sua adoção, nomeadamente, a falta de disponibilização e a formação adequada. O interesse por um modelo simplificado de gestão é muito alto, o que revela uma necessidade por soluções de gestão menos complexas. Os objetivos do estudo foram alcançados, uma vez que foram identificadas as ferramentas de gestão mais utilizadas pelas micro e pequenas empresas em Portugal, onde se destacam a Análise SWOT e o Ciclo de Vida do Produto. Também foi avaliada a frequência de utilização, tendo sido observado que a análise SWOT e o Ciclo de Vida do Produto, são as ferramentas mais utilizadas. Relativamente ao impacto do uso das ferramentas de gestão no desempenho das micro e pequenas empresas, o estudo destacou que ferramentas como a Análise SWOT, a Proposta de Valor e a Jornada do Cliente têm um impacto considerável. Os motivos pelos quais algumas micro e pequenas empresas em Portugal optam por não utilizar ferramentas de gestão, são a falta de disponibilização destas ferramentas pelas empresas e a falta de formação adequada. As conclusões do estudo, ajudam a compreender melhor o papel das ferramentas de gestão no contexto das micro e pequenas empresas portuguesas, fornecendo dados importantes para futuras estratégias e políticas de apoio a este segmento empresarial.
- O Papel da Comunicação na Gestão e Prevenção dos Riscos LaboraisPublication . Hélia Viana Elias; Farinha, JoãoIntrodução: Esta dissertação investiga a gestão de recursos humanos e a comunicação de riscos em ambientes organizacionais, com enfoque na segurança e saúde no trabalho. A necessidade de estratégias de gestão e comunicação eficazes é crucial para garantir ambientes de trabalho seguros e produtivos. Método: Foi utilizada uma abordagem metodológica mista, combinando questionários quantitativos e entrevistas qualitativas. A amostra incluiu trabalhadores de diferentes sectores, tendo os dados sido recolhidos através de questionários estruturados e entrevistas semiestruturadas. A análise dos dados baseou-se em técnicas estatísticas para os questionários e na análise de conteúdo para as entrevistas. Resultados: Os principais resultados indicam associações significativas entre variáveis como o nível de escolaridade e o tipo de emprego com a perceção da comunicação de riscos e as práticas de segurança no trabalho. Além disso, foram identificados padrões distintos de comunicação de emergência e de feedback dos trabalhadores. Discussão: Os resultados são comparados com estudos anteriores, destacando contributos para a compreensão das práticas de segurança organizacional. Confirmam a importância da adaptação das estratégias de comunicação às características individuais e organizacionais e sugerem melhorias na eficácia das políticas de segurança. Conclusões: O presente estudo é fundamental para a gestão eficaz dos recursos humanos e da segurança no trabalho, fornecendo conhecimentos valiosos para a implementação de políticas que promovam ambientes de trabalho seguros e saudáveis. A investigação responde ao objetivo inicial de melhorar a compreensão e as práticas relacionadas com a segurança no trabalho, realçando a relevância contínua deste campo de estudo.
- O papel da Liderança na Implementação do TeletrabalhoPublication . Santos, Jaime; Farinha, JoãoO presente estudo teve como ponto de partida saber se houve algum impacto dos estilos de liderança quando implementados em ambientes de teletrabalho, nos trabalhadores por conta de outrem, em Portugal. Embora esta forma de trabalhar à distância se tenha acentuado quando imposta legalmente a partir de março de 2020, na sequência da pandemia do SARS-Cov-2, a sua existência remonta aos anos de 1857, surgindo pela primeira vez como trabalho à distância, na América e em demais países do centro da Europa. Com o decorrer do tempo, esta forma de trabalhar fora das instalações físicas das organizações, foi ganhando algum peso, uma vez que os custos do aluguer ou compra de espaços em zonas mais favoráveis das grandes cidades assumiam valores insuportáveis, para além de todos os encargos fixos que decorriam da existência destes espaços. Todas estas condicionantes, mas também vantagens, quer para as organizações, quer para a maioria dos trabalhadores, vieram obrigar a reponderar sobre os estilos de liderança que mais se adequavam, tendo em consideração o tipo de organização, a cultura, o ambiente, mas sobretudo a forma de gerir e liderar pessoas à distância, mantendo as equipas e o foco. Apesar de algumas desvantagens, no campo das vantagens não podemos esquecer que alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) podem ser encontrados nesta forma de trabalho, nomeadamente em termos de saúde e qualidade, porquanto veio reduzir os níveis de stress em viagens diárias e em correrias para cumprir horários; no âmbito da igualdade de género, o teletrabalho veio permitir uma aproximação entre homens e mulheres quanto ao seu desempenho a partir de casa, bem como veio dar oportunidade a quantas, vindas de outros países, só desta forma conseguiram entrar no nosso mercado de trabalho; permitiu ainda reduzir desigualdades, especificamente dando oportunidade de trabalho a pessoas de reduzida locomoção, ou portadores de alguma limitação física que não lhes permitia sair da sua residência; na vertente da produção e consumo sustentável, evitam- se muitos desperdícios, que possivelmente na empresa não se conseguiriam evitar; o clima também ganha, porque há menos poluição derivada à redução de veículos em circulação, seja poluição do ar ou sonora, diminuindo ainda o consumo de combustíveis, óleos e outros derivados.
