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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A ausência de uma definição generalizada
sobre os pequenos e médios estados europeus
(PMEE), considerada na primeira parte do
artigo e as limitações encontradas no que respeita
à identificação de estratégias de participação
externa, impõem o estabelecimento de
um enquadramento analítico específico, desenvolvido
na segunda parte. O presente artigo
identifica na literatura académica quatro
lógicas de relacionamento, que condicionam a
caracterização do comportamento dos PMEE,
procurando no âmbito de cada uma delas
generalizações sobre estratégias de adaptação
às alterações internacionais, no quadro da
política externa e de segurança. Na primeira
secção da segunda parte é analisada uma lógica
das consequências baseada na coerção e na
dependência com efeito restritivo sobre o comportamento
dos PMEE. Entre a segunda e a
quarta secção, o artigo estuda três enquadramentos
analíticos facilitadores da acção externa
dos PMEE com base na: lógica da cooperação
onde se observam situações de cooperação
induzidas por meio de incentivos não coercivos;
lógica da coordenação e adaptação em que
a motivação de adesão a um objectivo externo
releva da harmonização de posições e de acções
externas e na lógica da adequabilidade, na
qual a participação externa é moldada por
princípios normativos e argumentativos.
Este estudo encontra quatro lógicas relacionais
a partir das quais é possível identificar estratégias
de adaptação do comportamento externo
dos PMEE da mais restritiva às mais facilitadoras.
Descrição
Palavras-chave
Relações internacionais Teoria Política externa Estratégia Segurança Cooperação PESC PESD Pequenos estados NATO (EUA, 1949) UE (a partir de 1993)
