Solana, Javier2011-10-212011-10-2120000870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/1478O artigo sugere sete lições principais, que enumera, desde a ilação de que mesmo os conflitos internos podem degenerar, extravasando para cená- rios internacionais, até à constatação de que a acção resoluta e oportuna pode proporcionar resultados compensadores, passando naturalmente pela evidência de que a Europa tem que passar a desempenhar um papel mais activo e determinante no seu próprio destino, flexibilizando os seus meios militares por forma a que eles possam posicionar-se com oportunidade nas áreas de crise. A participação portuguesa é aqui posta em destaque, mas o acento tónico vai para a necessidade de maior cooperação internacional, entre países, organizações internacionais e não-governamentais e outras instâncias relevantes. A NATO adopta justamente medidas destinadas a reforçar a coordenação e a interoperabilidade entre os Aliados, mas a gestão das crises não pode constituir responsabilidade exclusiva dos países membros. A cooperação com a UEO – já institucionalizada –, a colaboração dos Parceiros e o empenhamento construtivo da Rússia, são igualmente condições de sucesso. Na altura em que se dá início a uma nova missão no Kosovo, as lições da Bósnia podem revelar-se extremamente úteis, não devendo em caso algum ser esquecidasporOperações de pazNATO (EUA, 1949)BósniaPortugalAs lições da Bósniajournal article