Ferreira, Gil2026-01-202026-01-2020032183-5462http://hdl.handle.net/10400.26/61082Tem-se vindo a afirmar gradualmente a percepção de que os media são dimensões constitutivas da experiência e da identidade. A estratégia delineada inscreve-se numa análise crítica do complexo funcionamento da cultura dos media, convocando por um lado os planos psíquicos e hermenêuticos que sustêm a permanente procura do estatuto do indivíduo em relação aos imperativos transcendentes (moral, estética), pelo outro a estrutura e os modos de funcionamento das instituições sociais. O confronto das diversas questões e respostas serve para sustentar uma proposição: percebendo a radical parcialidade das formas de comunicação, importa desenvolver uma atenção nova relativamente à nossa pertença a uma condição existencial que, no seu sentido, surge em relação à ordem simbólica. Consequentemente, defenderemos que todas as formas de discursividade têm um impulso emancipatório subjacente a ser conhecido, enquanto pressuposto indispensável a toda a intervenção com sentido na cultura contemporânea.porComunicação e MediaçãoMediaIdentidadeCulturaInteracçãoMedia e libertação de identidades na cultura contemporâneajournal article