Lobo-Fernandes, Luís2011-09-132011-09-1320060870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/1088A incerteza conceptual continua a marcar o modelo da União Europeia, provavelmente porque representa uma forma não-convencional de soberania. Este artigo revisita os principais argumentos sobre as dinâmicas da UE, ao mesmo tempo que tenta configurar alguns dos novos desenvolvimentos teóricos. Estes incluem os debates em torno da noção de “estado regulador”, “governação multi-sistémica” e as teorias do poder na União Europeia. O ponto principal sugere que novas práticas de poder indirecto na forma de (re)regulação são visíveis no edifício comunitário, práticas essas distintas do enunciado clássico de Hobbes. O artigo conclui referindo que Portugal, um membro da UE desde 1986, representa uma ilustração interessante da rota europeia pós-hobbesianaporPolítica europeiaSoberaniaGovernaçãoPoderIntegração europeiaUE (a partir de 1993)PortugalDa integração à governação europeia : Portugal, europeização e o carácter multi-sistémico da UEjournal article