Wijk, Rob de2011-08-312011-08-3120070870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/741No passado, a política externa holandesa foi caracterizada pela expressão “paz, ganhos e princípios”. Na verdade, a política externa holandesa tem características semelhantes à de outras potências médias com desenvolvimento elevado. Enquanto instrumento de política externa, o uso ofensivo das suas forças armadas não é a primeira escolha; muito pelo contrário, o seu cerne está no reforço do primado do Direito Internacional e nas instituições, com o objectivo de criar relações internacionais estáveis e pacíficas. O que realmente distingue a Holanda é a sua ênfase nas relações transatlânticas como forma de manter a sua independência relativamente aos restantes poderes continentais. Devido às mudanças geoestratégicas dos anos 90, esta ênfase tem vindo a perder relevância. Dado que a Europa deixou de ser a prioridade estratégica dos EUA em matéria de segurança e defesa, a Holanda tenta encontrar um novo equilíbrio entre o tradicional transatlantismo, através da NATO, e a emergente Política Europeia de Segurança e Defesa (PESD) da União Europeia.porRelações internacionaisPolítica externaPolítica de defesaDireito internacionalGeoestratégiaPerspectivasPequenos estadosPós-guerra friaPESDNATO (EUA, 1949)UE (a partir de 1993)HolandaEUASeeking the right balance: NATO and EU in Dutch Foreign and Defense Policyjournal article