Penha, João MarquesAumont, Corentin2019-12-172019-12-172019-11http://hdl.handle.net/10400.26/30552Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas MonizA gestão da leucoplasia também pode ser simplesmente um acompanhamento clínico e histológico rigoroso dessa lesão, consultas clínicas frequentes e biópsias incisionais sem qualquer intervenção ativa. Neste caso, o objetivo será fazer um diagnóstico de transformação maligna o mais cedo possível permitindo assim um melhor prognóstico. De fato, foi demonstrado que o risco de transformação maligna era idêntico entre um grupo de pacientes que tinham sido submetidos a tratamento médico ou cirúrgico, com outro grupo sendo verificado apenas regularmente. Assim, pode haver um subgrupo de lesões leucoplásicas que se destinam a seguir uma transformação maligna, independentemente da terapia adotada, embora vieses possam ser levantados para este estudo, assim as lesões graves são as lesões tratadas, enquanto as lesões leves são as mais observadas.porTratamentoLeucoplasiaOralCirúrgicoO tratamento da leucoplasia hoje em diamaster thesis202332233