Carreira, Francisco José AlegriaDiz, MónicaHeliodoro, Paula2018-02-062018-02-062012-09http://hdl.handle.net/10400.26/21072Trabalho apresentado no XV Encuentro AECA, 20-21 de setembro 2012, Ofir, PortugalO objetivo do presente trabalho é caracterizar a estrutura económico-financeira quer das empresas vitivinícolas portuguesas, quer das regiões vitivinícolas. Com o intuito de contextualizar o objeto de estudo procedeu-se ao enquadramento do setor na economia portuguesa, em termos de área cultivada, volume de emprego e valor de exportação. A caracterização do produto e do setor foi testada pela análise das forças microenvolventes do mercado, ou seja, pela análise da estrutura do mercado vitivinícola, de forma a avaliar os níveis de concorrência e de inovação. Selecionou-se uma amostra de empresas vitivinícolas, a qual foi desdobrada por região vitivinícola e recolheu-se informação financeira dos exercícios de 2006 a 2008, para determinar o valor de quatro grupos de indicadores: Rendibilidade, Liquidez, Alavanca Financeira e Funcionamento. Constatou-se que o setor sofre uma forte rivalidade ao nível interno e externo, por parte de concorrentes atuais e potenciais, clientes, fornecedores e muito menos por produtos substitutos. Concluiu-se que se verificam resultados díspares entre regiões vitivinícolas, sendo o Norte e o Alentejo as regiões com maior e menor número de empresas, volume de negócios, rendibilidade e a liquidez, respetivamente. A região de Lisboa é a que apresenta menor autonomia financeira e a região Centro é aquela em que a rotação dos capitais próprios e dos inventários é a mais elevada.porAnálise Económica e Financeira: O Caso das Empresas Vitivinícolas Portuguesasconference object