Auxtero, Maria DeolindaCruz, Ana Cláudia Ramos da2016-02-122016-02-122015-10http://hdl.handle.net/10400.26/11322Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizO alho é um legume que sempre foi utilizado por demonstrar potencial terapêutico e preventivo como muitas vezes era descrito em livros antigos. No entanto, o seu odor forte e sabor desagradável são alguns dos inconvenientes da sua utilização. Os avanços das técnicas de produção levaram à descoberta e fabrico de novas formulações que constituem os suplementos de alho, que sofrem encapsulamento e revestimento de modo a melhorar os problemas levantados pelo consumo de alho cru. Óleo de alho, extracto de alho envelhecido, pó de alho e macerado de alho são as novas formulações que permitem o fabrico de suplementos. O alho como fonte de aliina, ajoeno, alicina, adenosina e saponinas tem demonstrado capacidade terapêutica e preventiva em patologias bastante comuns como hipercolesterolemia, hipertensão arterial, diabetes, oxidação, tumores, infeções microbianas e inflamação. O mecanismo de ação do alho e das suas formulações é distinto de acordo com a patologia, no entanto alguns mecanismos ainda não estão bem definidos. Apesar da utilização benéfica do alho também têm sido descritos alguns efeitos adversos, como redução de proteínas, cálcio e anemia, e contra indicações. As interações entre as formulações de alho e outros medicamentos já foram também estudadas e demonstrada a interação entre o alho e os antirretrovirais, antidiabéticos, anticoagulantes, quimioterápicos, hipotensores, hipopelimiantes, analgésicos, ansiolíticos, hipnóticos e relaxantes musculares. Mais estudos têm de ser realizados para comprovar estes e outros efeitos benéficos do consumo do alho e dos seus componentes, dado que se encontram várias incongruências nos estudos publicados.porPotencial terapêuticoAlhoAllium sativumSuplementos de alhoPotencial terapêutico do alhomaster thesis201028964