Costa, Filipa Alves daAntoniou, SotirisRijo, Vanessa Fonseca2020-01-082020-01-082019-12http://hdl.handle.net/10400.26/30712Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas MonizIntroduction: Approximately 1.4 million people in the UK have survived a Myocardial Infarction (MI). When discharged, patients leave with a secondary prevention therapy. However, time to educate patients and adjust medication to an optimal treatment is limited. eHealth has grown exponentially being seen as a means to create proximity between professionals and patients. It is important to assess the feasibility of an app in order to be a valid replacement for face-to-face consultations. Objective: This project’s ultimate aim is to develop a virtual clinic to contribute to efficient delivery of healthcare and to promote proximity between healthcare professionals and patients. As an intermediate step, the current project aims to explore the feasibility of implementing such technology. The specific objective is to assess people’s opinion on the utility and the acceptability of a virtual clinic as a means to use technology to improve healthcare provision. Methods: A paper and pencil self-report questionnaire was developed to assess barriers and enablers of follow-up using virtual clinics, after MI. The questionnaire comprised sociodemographic data, a Health Literacy assessment tool and statements to reflect patients’ views and experiences on the use of smartphones and applications. Data was collected and subsequently analyzed. Analysis was processed using SPSS 25 and focused on questionnaire validation, univariate and bivariate statistics. Results: A total of 50 patients participated, the mean age was 61 ± 14, 76% were male and 12% were female, 42% were from East London and 48% were white and 68% have a high school degree or less. The majority of respondents (n=50; 70%) consider they have skills to use a smartphone, 42% agree the app may be a substitute to face to face consultations, 62% would like to have an app to monitor their condition and 74% agree that having access to a healthcare professional through an app would have a great impact in their health. Younger patients were more prompt to use apps (p< 0.001). Conclusion: Data gathered showed potential of having a virtual clinical app as a secondary prevention follow-up. However, further studies must be developed to support the use of Virtual Clinic apps for future replacement of follow-up face-to-face consultations for secondary prevention therapy.Introdução: Aproximadamente 1,4 milhões de indivíduos no Reino Unido sobreviveram a um Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM). Aquando da alta hospitalar, são prescritos medicamentos de segunda prevenção. Portanto, o tempo para educar e ajustar a medicação para obter resultados otimizados é escasso. A eHealth tem crescido exponencialmente sendo vista como forma para criar proximidade entre o profissional de saúde e o paciente. É importante avaliar a aplicabilidade da app assim como a população abrangida para ser uma ferramenta válida para substituição de consultas presenciais. Objetivos: O objetivo principal deste projeto é desenvolver uma clínica virtual para contribuir de forma eficiente na prestação de cuidados de saúde e promover proximidade entre os profissionais de saúde. Como passo intermédio, este projeto pretende explorar a aplicabilidade de implementar o mesmo. O objetivo específico é avaliar a opinião dos pacientes sobre a utilidade e aceitabilidade de ter Clínicas Virtuais de forma a usar a tecnologia para melhorar a prestação de cuidados de saúde. Metodologia: Um questionário de autorrelato foi desenvolvido para avaliar as barreiras e facilidades de um acompanhamento feito em clínicas virtuais após um EAM. O questionário englobou perguntas sociodemográficas, avaliação da literacia em saúde e afirmações de forma a demonstrar a experiência dos pacientes no uso de smartphones e apps. Os dados foram recolhidos e analisados através do programa SPSS 25. Nesta análise, foi focada a validade do questionário, análise univariada e bivariada. Resultados: Um total de 50 pacientes participaram sendo a idade média 61 ± 14, 76% eram do sexo masculino e 12% do sexo feminino, 42% eram da parte Este de Londres, 48% eram brancos e 68% tinham o ensino secundário ou menos. A maioria dos respondentes, (n=50;70%) consideraram que têm a habilidade para usar um smartphone, 42% concordam que um app poderia ser um substituto para consultas presenciais, 62% gostariam de ter uma app para monitorizarem a sua condição e 74% concordam que ter acesso a um profissional de saúde através de uma app teria um grande impacto na sua saúde. Pacientes mais novos mostraram mais prontidão em usar a app (p< 0.001). Conclusão: Os dados coletados mostram potencial em ter uma Clínica Virtual para prevenção secundária. No entanto, são necessários mais estudos para apoiar o seu uso como substituto a consultas presenciais.engMyocardial infarctionFollow-upVirtual clinicSecondary prevention therapyThe feasibility of implementing virtual clinics as follow-up of secondary prevention therapy post acute myocardial infarctionmaster thesis202358100